Processo começou com a saída dos Frades Franciscanos que trabalhavam na região.
Durante esta semana 3 (três) novas paróquias foram instituídas na diocese de Roraima, em Boa Vista. As celebrações foram presididas pelo Bispo Dom Evaristo Spengler.
Na Terça-feira, 11 de abril, foi instituída a Paróquia Santos Arcanjos, na comunidade Nossa Senhora do Perpetuo Socorro (no bairro Asa Branca), Padre Jefferson Almeida foi constituído Pároco.
Pe. Jefferson Almeida
Na Quarta-feira, 12 de abril, foi instituída a Paróquia São Jerônimo, onde Padre Mário Castro foi constituído o Pároco. Em missa celebrada na comunidade São Bento.
Pe. Mário Castro
Na Quinta-feira, 13 de abril, foi instituída a paróquia Frei Galvão, com missa na comunidade Bom Pastor, (no bairro Dr, Silvio Leite) que recebeu como pároco Padre Antônio Roberto.
Pe. Roberto
om essas essas instituições paroquiais, o que era conhecido como Diaconia Missionária, se desmembrou. Esse processo começou com a saída dos Frades Franciscanos que trabalhavam na região.
“A Diocese por meio do seu Administrador Diocesano estabeleceu um processo de diálogo com as comunidades e lideranças, com a saída dos Frades, e foi aceita a proposta de se desmembrar a Diaconia. O processo foi feito ao longo desse tempo, não juridicamente porque não tinha o Bispo ainda, mas veio esse processo até aqui”, disse Padre Mário Castro.
A Pastoral dos Migrantes da Diocese de Roraima, esteve presente no dia 21 de março de 2023, o Salão Monte Roraim do SESC, em Roraima, foi palco da cerimônia de transmissão dos cargos de Comandante da Força-Tarefa Logística Humanitária e de Secretário Executivo de Coordenação de Ações de Assistência Emergencial do General de Divisão Sergio Schwingel para o General de Divisão Helder de Freitas Braga. Diversas personalidades estiveram presentes no evento, entre elas o Governador do Estado Antonio Denario, representantes do Exército de Roraima e representantes das diversas ONGs que fazem parte da Operação Acolhida. Durante a cerimônia, o General de Divisão Schwingel destacou os sucessos obtidos em seu período à frente da Força-Tarefa Logística Humanitária e ressaltou a importância da continuidade do trabalho com o novo representante. Ele afirmou a posição de ajuda humanitária para os migrantes que chegam ao estado de Roraima, que enfrentam grandes desafios em sua jornada.
O General Schwingel manifestou em seu discurso o siguinte: São mais de 9000 beneficiários atualmente nos nossos abrigos e alojamentos. São mais de 27.000 refeições por dia distribuídas aos beneficiários que muitos desses, num passado recente, não tinham o que comer. São mais de 1 milhão de doses de vacinas aplicadas, prevenindo doenças, inclusive algumas já erradicadas no nosso país. São mais de 20.000 evacuações médicas e em eleições municipais. Esforço hercúleo onde cada segundo foi importante e que certamente salvou centenas de vidas.
São mais de 2.000.700 atendimentos nos nossos postos de triagem e são quase 100.000 Interiorizações em mais de 900 municípios de todo o território nacional. Portanto, aí está o presente. Aí está realmente uma resposta humanitária, modelo que venceu todos os obstáculos e que é reconhecida no cenário nacional e internacional com uma operação exitosa.
Mas o futuro, O futuro nos convida a algumas reflexões. Refletir sobre a vida de mais de 7 milhões de venezuelanos que deixam seu país em busca na busca universal de oportunidade, dignidade, liberdade e uma vida melhor. Refletir que atrás de cada número está um ser humano. Refletir sobre a migração não regulamentada por rotas cada vez mais perigosas. O reino dos oportunistas, dos chamados coiotes e do trabalho escravo, que continua cobrando um preço terrível. Refletir sobre o futuro da operação a acolhida modelo de operação não guerra que acolhe a todos, igualando oportunidades, independente de raça, credo, alinhamento político, condição econômica ou nível social. Foi uma honra combater este bom combate com pessoas de tão extraordinária qualidade. Não esquecerei jamais e a todos vocês a minha continência. Muito obrigado!
A cerimônia de transição dos cargos foi marcada por um clima de respeito e comprometimento com a causa humanitária. Os presentes reafirmaram seu compromisso com a ajuda aos migrantes que buscam refúgio no estado de Roraima e se colocaram à disposição para contribuir com o trabalho da Força-Tarefa Logística Humanitária e da Secretaria Executiva de Coordenação de Ações de Assistência Emergencial.
O início do ministério pastoral e apostólico de dom Evaristo está se aproximando!!!
Nesta quinta-feira (23) faremos a acolhida do nosso pastor no Aeroporto Internacional de Boa Vista. Todos são convidados a participar deste momento que contará com saída em carreta do aeroporto até a Igreja Matriz.
Venha e acolha dom Evaristo com este breve momento de oração e fé! 🙏
10° Bispo da Diocese de Roraima inicia Ministério Pastoral e Apóstólico no sábado,25
Uma missão que antes de ser executada, nasce no coração daqueles que ouvem o chamado e se colocam a disposição do serviço. É assim que se formaram grandes religiosos, missionários e bispos que já passaram pela Diocese de Roraima, e tem um legado guardado na memória de muita gente.
E nesses 300 anos de evangelização no extremo norte do país, Roraima já teve como bispos: Dom Gerardo Van Caloen (1914 a 1918) que iniciou as obras de reconstrução da Igreja Matriz do Carmo e instalou a missão com os povos indígenas no Sumurú; Dom Pedro Eggerath (1921 a 1929) construiu a prelazia, o hospital Nossa Senhora de Fátima, a Escola São José, Internato para Jovens no Calungá, a residência das Irmãs Beneditinas – hoje Casa João XXIII; Dom Lourenço Zeller (1939 a 1945); Dom José Nepote (1952 a 1964) reabriu a Missão Surumú, construiu as igrejas São Vicente, o novo Colégio São José, o ginásio Euclides da Cunha, a oficina do Calungá e o novo hospital Nossa Senhora de Fátima; Dom Servillo Conti (1968 a 1975) no seu ministério surgiram as missões de Normandia, Taiano, Serra da Lua e Maturuca e ainda a missão Catrimani junto aos povos Yanomami; Dom Aldo Mongiano (1975 a 1995) dirigiu suas atividades para as comunidades indígenas, iniciou a experiência da Diocese- Irmã de Santa Maria (RS), abriu o seminário, ordenou o primeiro padre diocesano e introduziu também o diaconato permanente; Dom Aparecido José Dias (1996 a 2004) acolheu a segunda experiência de Igreja- irmã de Piacenza- Itália, ordenou 4 novos padres diocesanos, fundou a Fundação Educativa Cultural José Allamano (Rádio Monte Roraima FM) e o Movimento Nós Existimos; Dom Roque Paslochi (2005 a 2016) o bispo é reconhecido pelo trabalho com os indígenas , no Conselho Indigenista Missionário (CIMI); Dom Mário Antônio (2016 a 2022) Segundo vice-presidente da CNBB e presidente da Cáritas Brasileira.
O 10° bispo a assumir a Diocese de Roraima é Dom Evaristo Pascoal Spengler, nomeado pelo Papa Francisco no dia 25 de janeiro deste ano, ele inicia seu Ministério Pastoral e Apostólico no dia 25 de março (sábado).
Mas antes da chegada do novo bispo, a Diocese de Roraima passou a ser conduzida pelo administrador diocesano Pe. Lúcio Nicolleto. O sacerdote destaca a experiência vivida:
“Em primeiro lugar foi uma experiência que eu vivi como prova de amor de um Deus que através dessa situação me pediu para dar um passo também na minha vida de cristão. De maneira especial, aceitar esse desafio foi uma prova de fé que eu precisava dar para minha vida, dizer: – tudo aquilo que a Diocese está me pedindo não depende de mim, é algo que Deus está me pedindo através dessa igreja. Portanto pra mim, foi o corresponder a um chamado”
Pe. Lúcio também fala sobre os desafios da realidade do povo roraimense.
“Onde tem desafios tem uma solicitação pra gente poder reafirmar com as nossas escolhas de vida a fé que nós proclamamos. Nisso, Roraima nunca vai deixar de ser uma terra onde os desafios sempre se apresentarão, além de ser uma região fronteiriça, antes mesmo da crise migratória, era uma das últimas a ser lembrada por programas de governo, agora enfrenta a crise na saúde yanomami. Agora é uma oportunidade para fazer ouvir a nossa voz, e reafirmar o nosso compromisso com os povos indígenas e todos os que são excluídos na nossa sociedade.”
Nicolleto explica ainda que a próxima missão não está definida.
“Estou nas mãos de Deus, estou felicíssimo de ter sido escolhido pra essa missão em Roraima, ainda em 2016 quando vim pra cá, sinto-me altamente lisonjeado em ter tido a possibilidade de pastorear interinamente o povo de Roraima. E agora estou pronto para outra missão, seja qual for a missão a que Deus me chamar, Ele nunca vai me deixar sozinho, então isso já é motivo pra mim de muita alegria.”
Padre Josimar Lobo, que faz parte do colégio de consultores da Diocese de Roraima, expressa gratidão ao serviço prestado por Pe. Lúcio.
“É com o nosso coração cheio de alegria, e sem dúvida de muita gratidão que nós queremos dizer muito obrigado ao Pe. Lúcio. Eu, em nome da nossa emissora Rádio Monte Roraima fm e também como membro do Colégio de Consultores, pude acompanhar essa trajetória de quase um ano em que nós escolhemos o Pe. Lúcio para conduzir essa porção do povo de Deus, até que fosse nomeado nosso novo bispo. O Pe. Lúcio é um homem muito sereno, muito capaz, muito simples, muito humilde. Mas também muito verdadeiro, coerente, seguro, claro daquilo que quer e do que sabe.”
Em sua mensagem a Dom Evaristo Spengler, Pe. Lúcio destaca a satisfação de receber na diocese um bispo que traz em seu legado a missão de trabalhar sempre em benefício das causas do povo da floresta.
“Que ele venha com alegria e esperança, que são os dois pilares que motivam a caminhada da igreja. A alegria porque o povo de Roraima é um povo muito bom, muito acolhedor. A igreja de Roraima é uma igreja boa que carrega em si as feridas de muitos compromissos assumidos, e pelos quais pagou em primeira pessoa. Mas é por causa disso também que a fé e o frescor espiritual da igreja de Roraima com certeza vai fazer muito bem a Dom Evaristo, será a oportunidade para estreitar laços de verdadeira fraternidade e sinodalidade”. Finalizou.
As informações foram consolidadas com os formulários respondidos antes do dia 8 de março.
O setor Rádio da Signis Brasil, em parceria com a Comissão Episcopal de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgaram os dados parciais do Censo das Rádios Católicas do Brasil. As informações foram consolidadas com os formulários respondidos antes do dia 8 de março. Até o momento, 139 emissoras de 23 unidades da Federação responderam ao formulário do censo.
Dados
Das 139 emissoras que responderam ao formulário do censo das rádios católicas, 27 ainda operam na frequência AM e estão no processo de migração para FM. Já outras 98 rádios estão nas ondas FM. Também responderam à pesquisa 14 web rádios.
“Nós sabemos, por experiência, que os números são maiores, mas ainda estamos aguardando respostas de algumas regiões do país, especialmente”, disse Felipe Zangari, coordenador da Signis Rádio.
A Signis Brasil fez um panorama a partir da localização dessas rádios, com destaque para as regiões Sudeste e Nordeste, com 46 e 31 emissoras respectivamente. A maioria delas, no estado de São Paulo.
REGIÃO SUL: 27 emissoras | 11 no Paraná, 7 em Santa Catarina e 9 no Rio Grande do Sul
· REGIÃO SUDESTE: 46 emissoras | 25 em São Paulo, 16 em Minas Gerais, 13 no Rio de Janeiro e 2 no Espírito Santo
· REGIÃO CENTRO-OESTE: 23 emissoras | 17 em Goiás, 2 em Mato Grosso, 4 no Mato Grosso do Sul e nenhum registro do Distrito Federal
· REGIÃO NORTE: 12 emissoras | 1 no Acre, 3 no Amazonas, 4 no Pará, 2 em Rondônia, 1 em Roraima e 1 no Tocantins. Não houve registro de emissoras do Amapá.
· REGIÃO NORDESTE: 31 emissoras | 1 no Maranhão, 1 no Piauí, 10 no Ceará, 4 no Rio Grande do Norte, 6 em Pernambuco, 2 em Alagoas e 7 na Bahia. Não foram registradas emissoras da Paraíba e de Sergipe.
No levantamento, também foram categorizadas por tipo de administração. Das 139 emissoras que até o momento participaram do censo, 77 são geridas por arqui/dioceses, 26 por congregações religiosas, 12 por paróquias e 24 empresários ou fundações autônomas.
“Esses dados parciais do Censo nos revelam algumas coisas muito importantes: primeiro, a força das dioceses como elemento gerador dessa vida que brota a partir do rádio, o apoio importante das congregações religiosas que sustentam também projetos de comunicação em várias partes do país e a necessidade de nós trabalharmos juntos, em comunhão com a Igreja, testemunhar a Igreja”, comentou Felipe Zangari.
Exercício sinodal
O coordenador da Signis Rádio ressaltou a importância de que as rádios participem do Censo, que ainda recebe os formulários (disponível aqui):
“A nossa Igreja, a partir do apelo do Papa Francisco, vem fazendo um caminho sinodal que tem como objetivo construirmos juntos, estarmos de mãos dadas, caminharmos na mesma direção, apesar das diferenças. E o primeiro passo para caminharmos juntos é saber onde estamos e quem somos. Por isso a Signis Brasil, nesse exercício de sinodalidade, vem promovendo o Censo e espera a participação de todas as emissoras de rádio de inspiração católica do Brasil, independente de serem mantidas por dioceses, paróquias, ordens religiosas ou outras associações autônomas”.
Censo das rádios católicas
A pesquisa é uma parceria entre a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Rede Católica de Rádio (RCR) e a Signis Brasil e abrange emissoras de rádio católicas, sejam estas comerciais, educativas ou comunitárias.
Além de entender como se organizam, onde estão e o que fazem, o estudo trará um panorama da real situação destes veículos, os desafios comuns e particulares, assim como, a partir dele, a possibilidade de encontrar caminhos para se apoiarem mutuamente.
Casais de Noivos que desejam realizar o sacramento do matrimônio devem participar da Catequese para Noivos, promovida pela Pastoral Familiar Diocesana.
O Primeiro encontro do ano de 2023, será, na Prelazia localizada na rua Bento Brasil, 613, centro.
O primeiro Bispo de Roraima foi DOM GERALDO VAN CALOEN – 1932
Dom Geraldo Van Caloen – 1º Bispo da Diocese de Roraima
O monge beneditino belga foi o primeiro bispo-prelado. Em 1906 foi ordenado bispo titular de Phocéa e prelado Nullius do Rio Branco. Morou em Boa Vista de 1914 a 1918.
Iniciou as obras de reconstrução da Igreja Matriz do Carmo e instalou a missão com os povos indígenas no Surumú.
Dom Pedro Eggerath – 2º Bispo da Diocese de Roraima
O monge beneditino e alemão foi segundo bispo do Rio Branco. A Santa Sé, através da constituição apostólica “Romani Pontífices”, agregou a prelazia Nullius do Rio Branco diretamente à Abadia do Rio de Janeiro em 1906. Dom Pedro ficou de 1921 a 1929 em Boa Vista.
Construiu a Prelazia, o hospital Nossa Senhora de Fátima, a Escola São José, o internato para jovens no Calungá, a residência das Irmãs Beneditinas – hoje Casa João XXIII.
Dom Louzenço Zeller – 3º Bispo da Diocese de Roraima
O monge beneditino, também alemão, foi o terceiro bispo-prelado. Ele foi nomeado, pelo Papa Pio XI, em 1939 e administrou até 1945, a então a Prelazia do Rio Branco.
Em 31 de agosto de 1944, o papa Pio XI pela bula “Ad maius animarum bonum” elevou a missão à Prelazia do Rio Branco.
Dom José Nepote – 4º Bispo da Diocese de Roraima
Missionário da Consolata e italiano, foi ordenado quarto bispo-prelado, em 1952. Ficou em Roraima até 1964.
Reabriu a missão do Surumú, construiu as igrejas de São Francisco São Vicente, o novo Colégio São José, o ginásio Euclides da Cunha, a oficina do Calungá e o novo hospital Nossa Senhora de Fátima.
Dom Servillo Conti – 5º Bispo da Diocese de Roraima
Também missionário da Consolata e italiano, em 1968, foi nomeado o quinto bispo-prelado. Permaneceu até 1975.
No seu ministério, surgiu as missões de Normandia, Taiano, Serra da Lua e Maturuca e inciou a missão do Catrimani junto aos povos Yanomami.
Dom Aldo Mongiano – 6º Bispo da Diocese de Roraima
Missionário da Consolata e italiano, foi ordenado sexto bispo-prelado em 1975, pelo Papa Paulo IV. No seu episcopado a Igreja Particular de Roraima foi levada a Diocese no dia 07 de dezembro de 1979. Ficou em Roraima até 1995.
Também dirigiu suas atividades para as comunidades indígenas, iniciou a experiência da Diocese-Irmã de Santa Maria–RS, abriu o seminário, ordenou o primeiro padre diocesano e introduziu também o diaconato permanente.
Dom Aparecido José Dias – 7º Bispo da Diocese de Roraima
Em 1996, a convite do Papa João Paulo II, foi designado como o sétimo bispo para a Diocese de Roraima. Era missionário do Verbo Divino, natural de São Paulo. Faleceu no Hospital Geral de Roraima em 2004.
Acolheu a segunda experiência de Igreja-Irmã de Piacenza – Itália, ordenou quatro novos padres diocesanos, fundou a Rádio FM Roraima e o movimento Nós existimos.
Dom Roque Paslochi – 8º Bispo da Diocese de Roraima
Em 2005, o sacerdote gaúcho assumiu a Diocese de Roraima. Permaneceu com esta porção do povo de Deus até 2016, quando foi nomeado arcebispo de Porto Velho.
O bispo também teve seu reconhecimento na Igreja e no Estado pelo trabalho com os indígenas, principalmente no Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
Dom Mário Antônio – 9º Bispo da Diocese de Roraima
Em 2019, durante a 57ª Assembleia Geral da CNBB, foi eleito segundo vice-presidente da entidade para o quadriênio 2019-2023. Atualmente, preside a Cáritas Brasileira.
Você sabia que cada bispo tem um brasão? É uma tradição desenvolvida pelo clero cristão para demonstrar a formalidade e hierarquia dentro da Igreja Católica.
Por isso hoje viemos te explicar um pouquinho sobre o Brasão Episcopal de Dom Evaristo. Confira abaixo significado de cada detalhe!