realizada nos dias 30 e 31 de agosto de 2024, no Blue Tree Towers, em São Luís, Maranhão. A cerimônia de abertura foi presidida por dom Gilberto Pastana de Oliveira, Arcebispo de São Luís do Maranhão.




realizada nos dias 30 e 31 de agosto de 2024, no Blue Tree Towers, em São Luís, Maranhão. A cerimônia de abertura foi presidida por dom Gilberto Pastana de Oliveira, Arcebispo de São Luís do Maranhão.





A Infância e Adolescência Missionária (IAM) promoveu, nos dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro de 2024, o 1º Congresso Estadual da Infância e Adolescência Missionária em Roraima (RR). O evento aconteceu no Centro Regional Caracaranã, no município de Normandia, reunindo mais de 100 participantes, entre crianças, adolescentes e adultos.
Com o tema “IAM de RR com a força do Espírito, testemunhas de Cristo” e o lema “Ide: convidai a todos para o banquete (Mt 22, 9)”, o congresso buscou semear a Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária, promovendo a formação de novos grupos na diocese de Roraima. A iniciativa também visou fortalecer o protagonismo missionário de crianças e adolescentes, preparando-os para o Congresso Nacional da IAM, que ocorrerá de 27 a 29 de setembro, em Aparecida (SP).
O evento contou com a presença de Dom Evaristo Pascoal Spengler, bispo diocesano de Roraima, além de comunidades indígenas, missionários e missionárias de diversas organizações da Diocese. Durante o congresso, foram realizadas reflexões, oficinas e atividades que incentivaram a comunhão e a troca de experiências entre os participantes.

A Irmã Vânia Alves de Sousa, Secretária Nacional da IAM, destacou a importância do evento em Roraima: “Estivemos reunidos no Lago Caracaranã, no Congresso Diocesano da Infância e Adolescência Missionária em preparação ao Congresso Nacional da IAM. Todos os momentos de reflexão, oficinas e participação ativa nas atividades foram muito significativos. Foi um momento de convivência e comunhão, onde crianças de várias comunidades, inclusive dos povos originários, estiveram reunidas vivenciando o carisma da obra.”
Ela também ressaltou o papel da IAM nos territórios indígenas: “A Infância e Adolescência Missionária aqui em Roraima está presente de forma bem significativa dentro dos territórios indígenas, dos povos originários. As pessoas estavam presentes porque é um local de encontro, que eles chamam de casa onde se encontram para as decisões dos povos originários daquela região Raposa Serra do Sol.”

O congresso estadual foi um marco importante para a IAM em Roraima, fortalecendo a missão evangelizadora junto às comunidades locais e reforçando o compromisso de levar a mensagem cristã a todas as regiões.
FONTE/CRÉDITOS: Dennefer Costa – Rádio Monte Roraima
“IAM: com a força do Espírito, testemunhas de Cristo” e o lema “Ide, convidai a todos para o banquete” (Mc 22,9).

Entre os dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2024, no Centro Regional Caracaranã, em Normandia, I Congresso Diocesano da Infância e Adolescência Missionária (IAM) de Roraima.
O evento reuniu crianças e adolescentes, e contou com presença de Dom Evaristo Spengler, Bispo da Diocese de Roraima, juntamente com padres, religiosos e religiosas.









O encontro contou ainda com a assessoria da Ir. Antônia Vânia, secretária nacional da IAM.
📸 Fotos: Irmão Marista João Paulo

Irmã Vânia compartilhou sua imensa alegria ao falar sobre sua participação como assessora no I Congresso Missionário em Roraima, realizado no Lago Caracaranã. Ela destacou sua felicidade em estar junto aos povos originários, celebrando a missão das crianças e adolescentes no contexto atual.edited



Origens
Beata Ingrid Elofsdotter nasceu em Skänninge, na Suécia, no século XIII. Desde a infância, mostrou-se virtuosa, amável, caridosa e religiosa, recebeu uma educação nobre e primorosamente cristã. Alma de ideais cândidos, viveu desde os primeiros anos num fervor de piedade que nunca falhou.
Matrimônio
As virtudes mais heroicas lhe pareciam naturais. E, quando muito jovem, foi forçada por seus pais a contrair um casamento muito rico, casou-se na adolescência, como era o costume da época, mesmo contrariando sua vocação, todo aquele esplendor mundano não a cegou, continuando a viver no mundo sem ser do mundo.
Aceitou tudo com humildade e resignação, e continuou a cuidar das obras de caridade que fundou para os pobres e doentes. Entre a população, tinha a fama de santidade.
Votos Perpétuos
Em 1281, já viúva, fez seus votos perpétuos. Com um fiel séquito de damas de honra, embarcou em uma longa peregrinação à Terra Santa, onde seu coração se iluminou ainda mais com o eterno amor ao Salvador Jesus. Da Palestina, ela foi para Roma e, depois, para São Giacomo di Compostela. De volta à sua terra natal, um único desejo a dominava: consagrar-se para sempre a uma vida de oração e penitência.
Fundação do Mosteiro
Fundou um Mosteiro sob as regras de São Domingos. Dedicou-se totalmente às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade. Isso aconteceu em 15 de agosto de 1281, na presença do rei Magnus Ladulas, com a ajuda e apoio do padre dominicano Pietro di Dacia e a autorização do bispo de Linkoping e do provincial.
Páscoa
Faleceu em 2 de setembro de 1282, no convento em Skanninge, quando era Priora daquele Mosteiro, com tal fama de santidade e de prodígios maravilhosos, tanto que seu culto logo se estendeu aos povos vizinhos.
Processo de Canonização
Em 1414, o Bispo de Linkoping, Canuto Bosson, pediu autorização à Santa Sé para abrir o processo de canonização. Encalhado em 1448, o processo recomeçou no início do século seguinte.
Relíquias
Embora não tenha chegado a uma canonização formal, levaram à solene tradução de suas relíquias em 29 de julho de 1507, por autoridade do Papa Alexandre VI, presente o Rei, uma grande multidão, todos os Bispos da Suécia e obviamente os Pregadores dessa área.
Minha oração
“Após dedicar-se à família, entregou-se totalmente à vida contemplativa. Dai-nos um desejo ardente de oração e contemplação mesmo em meio às atividades do dia. Que a oração se torne prioridade em nossa vida. Amém!”
Beata Ingrid Elofsdotter, rogai por nós!
Outros santos e beatos celebrados em 02 de setembro
Beatriz nasceu no Século XV em Ceuta, ao norte da África, cidade que, nessa época, encontrava-se sob o domínio da coroa de Portugal. Nasceu portuguesa, portanto. Seu pai foi governador de Ceuta. Ainda pequena, mudou-se para Portugal com sua família, que cultivou na menina uma profunda devoção a Nossa Senhora da Conceição. Aos vinte anos de idade, foi enviada para a Espanha como dama de honra de D. Isabel, neta de D. João I, que se tornou esposa do rei João II de Castela, onde começou seu calvário.
Beatriz era muito bonita, e a rainha, dominada por uma mistura de ciúme e inveja, fechou Beatriz em um caixão durante dias, a fim de que morresse asfixiada, mas uma invisível proteção da Virgem Maria a salvou.
Como gesto concreto de agradecimento, Santa Beatriz aceitou sua vocação para a vida religiosa, e logo em seguida partiu a Toledo, onde se recolheu no mosteiro das Dominicanas (ramo feminino da Ordem de São Domingos de Gusmão), cujas religiosas viviam sob a regra cisterniense, onde viveu cerca de 30 anos.
Deus, entretanto, tinha predestinado Beatriz para uma obra maior: fundar uma Ordem de estrita clausura numa vida contemplativa na oração, penitência e trabalho.
Santa Beatriz da Silva deixou o mosteiro dominicano e foi habitar numa nova sede que veio a ser o berço das monjas concepcionistas. Essa Ordem está caracterizada por três heranças espirituais de Santa Beatriz: o amor a Maria Imaculada, a Paixão de Jesus Cristo e a Santíssima Eucaristia.
Santa Beatriz faleceu, em 9 de agosto de 1490, com 66 anos de idade. No momento de sua morte, seu rosto fora visto transfigurado por uma grande claridade e uma estrela resplandecente sobre sua cabeça até ela expirar.
Beatificada em 1926 pelo Papa Pio XI, sua canonização ocorreu no dia 3 de outubro de 1976 por Paulo VI.
Minha oração
“Senhor Pai de bondade, aprendamos com Santa Beatriz a aceitar os desafios da vida e nunca abandonar o projeto de Deus em favor da libertação da humanidade. Guia-nos pelos caminhos da sabedoria e do discernimento, e ajudai-nos a Vos encontrar nos mais pequeninos e sofredores. Por Cristo nosso Senhor. Amém!”
Santa Beatriz, rogai por nós!
Origens
São Raimundo nasceu em Portell, na Catalunha, Espanha, em 1200. Seus pais eram nobres, porém não tinham grandes fortunas. O seu nascimento aconteceu de modo trágico: sua mãe morreu durante os trabalhos de parto, antes de dar-lhe à luz.
Extraído vivo do seio da sua mãe sem vida, recebeu o sobrenome de Nonato, ou seja, “não nascido”.
Chamado Religioso
Dotado de grande inteligência, fez com certa tranquilidade seus estudos primários. O pai, percebendo os dotes religiosos do filho, tratou de mandá-lo administrar uma pequena fazenda de propriedade da família. Com isso, queria demovê-lo da ideia de ingressar na vida religiosa. Porém as coisas aconteceram exatamente ao contrário.
Raimundo, no silêncio e na solidão em que vivia, fortificou ainda mais sua vontade de dedicar-se unicamente à Ordem de Nossa Senhora das Mercês, fundada por seu amigo Pedro Nolasco, agora também santo. A Ordem tinha como principal finalidade libertar cristãos que caíam nas mãos dos mouros e eram por eles feitos escravos. Nessa missão, dedicou-se de coração e alma.
Ingresso na Ordem
Apesar da dificuldade, conseguiu o consentimento do pai. Finalmente, em 1224, ingressou na Ordem, recebendo o hábito das mãos do próprio fundador. Ordenou-se sacerdote e seus dotes de missionário vieram à tona, dedicando-se nessa missão de coração e alma.
Missão: Converter
Devido à sua paixão pelas missões, foi enviado em missão à Argélia, norte da África, para resgatar cristãos das mãos dos muçulmanos. Conseguiu libertar cento e cinquenta escravos e devolvê-los às suas famílias.
Quando se ofereceu como refém, sofreu no cativeiro verdadeiras torturas e humilhações. Mas, mesmo assim, não abandonou seu trabalho. Levava o conforto e a Palavra de Deus aos que sofriam mais do que ele e já estavam prestes a renunciar à fé em Jesus.
De Torturado a Cardeal
Muitas foram as pessoas convertidas por ele, o que despertou a ira dos magistrados muçulmanos. Os quais mandaram que lhe perfurassem a boca e colocassem cadeados e abriam-na para lhe dar de comer a escassa ração dos presos. Tudo isso, para que Raimundo nunca mais pudesse falar e pregar a doutrina de Cristo.
Raimundo sofreu durante oito meses essa tortura até ser libertado, mas com a saúde abalada. Quando chegou à pátria, na Catalunha, em 1239, logo foi nomeado cardeal pelo Papa Gregório IX, que o chamou para ser seu conselheiro em Roma. Empreendeu a viagem no ano seguinte, mas não conseguiu concluí-la.
Páscoa
Próximo de Barcelona, na cidade de Cardona, já com a saúde debilitada pelos sofrimentos do cativeiro, Raimundo Nonato foi acometido de forte febre. Acabou morrendo, em 31 de agosto de 1240, quando tinha apenas 40 anos de idade.
Raimundo Nonato foi sepultado naquela cidade. Seu túmulo tornou-se local de peregrinação, sendo, então, erguida uma igreja para abrigar seus restos mortais.
Via de Santificação
Seu culto propagou-se pela Espanha e pela Europa, sendo confirmado por Roma em 1681. São Raimundo Nonato, devido à condição difícil do seu nascimento, é venerado como Padroeiro das Parturientes, das Parteiras e dos Obstetras.
Minha oração
“Querido Santo, rogai pelas gestantes em suas dores e angústias assim como os profissionais da saúde que cuidam e se esmeram nessa missão. Alcançai a graça do nascimento das gestações mais difíceis e impossíveis. Amém!”
São Raimundo Nonato, rogai por nós!
Outros santos e beatos celebrados em 31 de agosto
Fonte:
Formação para Leigos e Leigas: “Cuidando de quem cuida” com Dom Hudson Ribeiro

Na noite do dia 28 de agosto de 2024, às 19h30, a Prelazia de Boa Vista foi palco de um encontro significativo para a comunidade leiga e religiosa da cidade. A formação para leigos e leigas, com o tema “Cuidando de quem cuida”, reuniu fiéis e líderes religiosos em um momento de reflexão e aprendizado sobre a importância do cuidado mútuo e da solidariedade cristã.

O evento, realizado na Rua Bento Brasil 613, Centro, contou com a presença especial de Dom Hudson Ribeiro, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Manaus, que conduziu a formação. Inspirado no lema bíblico “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus… negou a fé…” (1Tm 5,8), Dom Hudson abordou a necessidade de cuidar daqueles que dedicam suas vidas ao serviço do próximo, ressaltando a importância do apoio e do cuidado entre os membros da comunidade.
A formação foi parte de uma série de eventos que ocorreram entre os dias 26 e 29 de agosto, destinados a padres, religiosos, religiosas, leigos e leigas. Durante esses dias, a comunidade foi chamada a refletir sobre o papel do cuidado dentro da fé cristã, especialmente em tempos de desafios e adversidades.

O encerramento da formação no dia 29 foi dedicado exclusivamente aos leigos e leigas, reforçando a responsabilidade de cada um em zelar pelo bem-estar daqueles que estão à frente das atividades pastorais e missionárias.

O encontro foi um momento de renovação espiritual e fortalecimento dos laços comunitários, destacando a missão de cada cristão em viver a fé através do cuidado e da compaixão pelo próximo.

Os santos, como ninguém, entenderam que a graça do Cristo que quer santificar a todos é sempre a mesma na eficiência, abundância e liberalidade. Cesário de Arles foi um desses homens que se abriu ao querer de Deus, e por isso, como bispo, tornou-se uma personalidade marcante do seu tempo.
Cesário nasceu na França, em 470. Ao deixar sua casa, entrou para o mosteiro de Lérins, onde se destacou pela inteligência, bom humor, docilidade e rígida penitência, que mais tarde acabou exigindo imperfeitamente dos monges sob sua administração. Diante dos excessos de penitências, Cesário precisou ir se tratar na cidade de Arles – Sul da França-, local do aprofundamento dos seus estudos e mais tarde da eleição episcopal.
São Cesário de Arles, até entrar no Céu com 73 anos de idade, ocupou-se até o fim com a salvação das almas, e isso fazia, concretamente, pela força da Palavra anunciada e escrita, tornando-se assim o grande orador popular do Ocidente latino e glória para a vida monástica, já que escreveu duas Regras monásticas. Em tudo buscava comunicar a ortodoxia da fé e aquilo que lutava para viver com o Espírito Santo e irmãos, por isso, no campo da moral cristã, Cesário de Arles salientava o cultivo da justiça, prática da misericórdia e o cuidado da castidade.
São Cesário de Arles, rogai por nós!
Origens
A memória do martírio de São João Batista associa-se à solenidade da sua Natividade, que se celebra em 24 de junho. João era primo de Jesus, concebido, de modo tardio, por Zacarias e Isabel, ambos descendentes de famílias sacerdotais: seu nascimento é colocado cerca de seis meses antes daquele de Cristo, segundo o episódio evangélico da Visita de Maria a Isabel.
Causa da Morte
A causa principal do martírio foi uma mulher: Herodíades, atual esposa de Herodes Antipas, ex-esposa do seu irmão de criação. João foi preso por ter denunciado este casamento ilegal.
Durante a festa de aniversário de Herodes, a filha de Herodíades, Salomé, dançou em homenagem ao rei, que era fascinado por ela: se ela dançasse, ele lhe permitiria pedir o que quisesse, até mesmo a metade do seu reino. Depois de consultar a mãe, ela pediu a cabeça de João Batista. Herodes não queria aceitar, mas não pôde recusar, porque lhe havia prometido.
A Morte
Algum tempo depois do pedido de Salomé, o carrasco trazia a cabeça do profeta em um prato, entregando-a para Salomé e para sua maldosa mãe.
Batista morreu como mártir, não um mártir da fé, porque não lhe pediram para renegá-la, mas um mártir da verdade. Ele era um homem “justo e santo” (At 3,14), condenado à morte por sua liberdade de expressão e fidelidade ao seu mandato.
João foi um mártir que sempre deixou espaço na sua vida, cada vez mais, para dar lugar ao Messias.
A Pequena Basílica
Por outro lado, a data da sua morte, ocorrida entre os anos 31 e 32, remonta à dedicação de uma pequena basílica, do século V, no lugar do seu sepulcro, em Sebaste da Samaria: de fato, parece que, naquele dia, tenha sido encontrada a sua cabeça, que o Papa Inocêncio II transladou para Roma, na igreja de São Silvestre “in Capite”.
Celebração
A celebração do martírio de São João Batista tem origens antigas: seu culto já existia na França, no século V, e em Roma no século seguinte.
Minha oração
“ Aquele que Batizou o Cristo também testemunhou com sua própria vida, ajudai-nos a dar bom testemunho de Jesus nos lugares mais extremos. Tornai os seus devotos testemunhas da verdade e da caridade até as últimas consequências. Amém!”
São João Batista, rogai por nós!
Outros santos e beatos celebrados em 29 de agosto