No último domingo,15 de janeiro, a Comunidade Nossa Senhora de Fátima, no município de Mucajaí, realizou a missa de envio do Pároco Padre Elton Wilson e do vigário Padre Adenildo Santos, para a Diocese de Afogados da Ingazeira, em Pernambuco.
A Diocese de Afogados da Ingazeira, encravada no Sertão do Pajeú, foi criada pelo Decreto do Papa Pio XII, no dia 02 de julho de 1956, com a Bula Pontifícia “Qui volente Deo”, tendo como padroeira diocesana Santa Maria Madalena, celebrada em 22 de julho.
Os sacerdotes retornam à Pernambuco após 3 anos de missão na diocese de Roraima.
“Nossa trajetória foi marcada pela pandemia. Mas, graças a Deus fomos vitoriosos porque estamos aqui dando nosso testemunho de que fazer missão faz bem”, disse Padre Elton Wilson.
Ele agradeceu ainda aos moradores do município pela acolhida nesse tempo que passaram servindo a Deus e à comunidade.
“A paroquia de Mucajaí é uma paroquia acolhedora onde a gente encontra pessoas disponíveis para a causa do Reino, ressaltou o Padre.
O pároco ainda deixou uma mensagem de fé para a diocese de Roraima.
“Desejamos para a Diocese de Roraima, e de forma muito especial para Mucajaí, força, coragem, bençãos e graças de Deus. Missão à diante!”.
Nesta sexta-feira, 13 de janeiro, a Rádio Monte Roraima FM recebeu a visita ilustre do Bispo Mons. Michele Tomasi, da Diocese de Treviso, Itália.
Acompanhado do padre Lúcio Nicoletto, administrador diocesano de Roraima, Mons. Michele, falou sobre sua visita ao extremo norte. O Bispo disse que se sente muito bem, e já sentia boas energias antes de chegar no Brasil.
“Eu já sentia isso antes de chegar aqui, mas, realmente quando eu cheguei aqui, me senti muito acolhido. É muito, muito lindo e agradeço porque tudo aquilo que estou experimentando, me faz ter certeza que realmente aquilo que eu já estava sentindo, é real. Estou bastante entusiasmado, isso me faz muito bem”, disse.
O padre Lúcio explicou sobre novos projetos de parceria entre as Dioceses. E complementa dizendo que a presença do Mons. Michele Tomasi estará ajudando no acompanhamento pastoral de algumas comunidades.
“Uma equipe começará a trabalhar aqui na nossa Diocese de Roraima assumindo a área missionária de Pacaraima, Amajari e ajudando também o acompanhamento pastoral de algumas comunidades que a gente conhece melhor com Santa Helena. Então, nós acolhemos esse projeto que já faz três anos que estava em gestação. E agora com a presença de Mons. Michele isso já nos dá a possibilidade de que esse projeto, que é um sonho, vá se realizar” explicou.
Entrevista ao programa Manhã Viva com Rejane Silva
Mons. Michele Tomasi, conta ainda que estava com vontade de vir para o Brasil há três anos, mas, por conta da pandemia teve que adiar.
“Eu sou bispo há três anos em Treviso, eu estava com vontade de vir desde antes da pandemia. Agora retomando eu estou indo aqui dar uma passadinha rápida porque eu pretendo visitar também os demais locais das nossas Dioceses, e daqui estou indo para o Paraguai” finalizou.
“ANPJ: 50 anos de Resistência e Missão, com o grupo de jovens fazendo florescer vida nesse chão”, esse é o tema da Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude, que celebra os 50 anos do movimento.
A ANPJ teve início no último domingo (8), na Catedral São Francisco Xavier, com a Santa Missa presidida pelo Bispo de Joinville Dom Francisco Bach. A celebração foi concelebrada pelo Bispo referencial para as juventudes Dom Amilton da Silva, Bispo da Diocese de Guarapuava-PR, e demais sacerdotes presentes na delegação da ANPJ de Joinville.
O Evento reúne jovens de todo o Brasil para orar, celebrar e decidir os próximos passos que a Pastoral deve seguir. O encontro é sediado na cidade de Joinville, em Santa Catarina, e tem representantes de Roraima.
A Coordenadora Estadual da PJ, Geslane Dourado, fala da alegria de representar a PJ de Roraima:
“É uma coisa muito gratificante estar representando o estado de Roraima nas terras de Santa Catarina. E deixo aqui um abraço a todos vocês”.
No encontro, a coordenadora também fez memória à Irmã Telma Lage, que ajudou muito a Pastoral local e que faleceu em Junho de 2021, vitima da Covid-19.
“Aqui em uma mesa de memórias, a gente lembra de pessoas que caminharam com a gente e de pessoas que fizeram a diferença, eu faço a memória da Irmã Telma Lage, uma pessoa muito querida por todos da Diocese de Roraima”, finalizou
A Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude segue até o próximo domingo, 15 de Janeiro.
Inicia nesta quarta-feira (11), às 18h30, o novenário de São Sebastião. Até o dia 20 de janeiro, dia do santo, a comunidade preparou uma programação especial que inclui batizados, procissão, missa campal e bingo.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida.
O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
Oração
“ São Sebastião que foste flechado pelo povo, mas também pelo amor divino, colocai em nós essa ferida de amor que não sara e não se cansa de procurar o amado de nossas vidas até às últimas consequências. amém”
São Sebastião, rogai por nós!
Confira a programação dos festejos de São Sebastião
Estimados Padres, Irmãs e coordenadores da Pastoral da Catequese, Paz e Bem
A Coordenação Diocesana de Catequese vem por meio desta informar que j
estão abertas as inscrições para a Escola de Formação de Catequistas 2023 O objetivo da Escola de Formação é trabalhar a Metodologia do Projeto Diocesa no de Iniciação à Vida Cristi 1 Etapa do Projeto. A escola de formação é destinada a todos es Catequistas da Diocese e realizar
se-á sempre num final de semana sexta-feira à noite, sábado o dia todo, encerrando-se
domingo às 12h ou a critério da Unidade Pastoral
Para organizar o calendário de formação, pedimos aos coordenadores das
Unidades Pastorais, juntamente com os Padres e Irmãs responsáveis das Paróquias/Areas e Diaconia e os coordenadores da Catequese o agendamento da Escola
de Formação para que nenhum Catequista perca essa oportunidade Também estendemos esse convite às Áreas Indigenas da Diocese que poderão
se organizar em nivel de Região Como coordenação diocesana, sugerimos as seguintes datas
Abril: 01,02 e 03
Maio: 05, 06 e 07
Junho: 02.03 e 04
Julho: 01,02 e 03
Agosto: 04, 05 e 05
Setembro: 01,02 e 03 ou 08, 09 e 10
Para agendamento e esclarecimento de dúvidas, poderão entrar em contato com a senhora Vagna através do WhatsApp (95) 9142-1013 ou com a irmã Monica (28)
99945-0123
Fraternalmente,
Vagna Gomes
Pela Coordenação Diocesana da Pastoral da Catequese
É com muita alegria que convidamos para participar da Celebração dos
‘‘50 ANOS DO CONSELHO INDÍGENA DE RORAIMA’’, de 15 a 20 de Janeiro de 2023,
no Lago do Caracaranã, localizado no Centro Regional Lago Caracaranã – Raposa Serra do Sol, município de Normandia.
É meio século de atuação incansável em defesa dos direitos da
dignidade, justiça e da vida dos povos indígenas. É momento de
celebrar, renovar e fortalecer as nossas forças e continuar essa
caminhada.
O Conselho Indígena de Roraima – CIR irá realizar de 15 a 20 de janeiro, a Celebração de seus 50 anos, no Centro Regional Lago Caracaranã, Terra Indígena Raposa Serra do Sol. A solenidade trará aos convidados o histórico da organização e suas Lideranças, apresentações culturais e feira de produção orgânica das comunidades indígenas. São esperadas mais de 1000 pessoas entre lideranças indígenas locais e nacionais, entidades civis, apoiadores e organizações. A área de atuação do CIR abrange as mais de 35 terras indígenas de Roraima, com uma extensão de mais de 10 milhões de hectares, e uma população de 58.000 indígenas em 465 comunidades em todo o estado de Roraima, constituída pelos povos: Macuxi, Wapichana, Ingarikó, Patamona, Sapará, Taurepang, Wai-Wai, povos Yanomami, Yekuana e Pirititi. A atuação direta do CIR se desenvolve através de 10 conselhos regionais que formam sua base, envolvendo as etnorregiões: Serras, Surumú, Baixo Cotingo, Raposa, Amajarí, Wai-Wai, Tabaio, Serra da Lua, Murupú e Alto Cauamé. A idade da instituição vem do início da união das lideranças tradicionais dos povos indígenas de Roraima, que em meados das décadas de 1970 reivindicavam principalmente a demarcação das terras e a autonomia ante a violência, exploração e produção predatória em seu território, que vinham prioritariamente da ocupação ilegal de fazendeiros e garimpeiros.
A Comunidade católica diocesana de Roraima por meio do Colégio de Consultores lamenta.com profundo pesar os atos vandálicos e a barbárie com que foi ultrajada a dignidade do povo brasileiro nos acontecimentos de hoje em Brasília. A lesão ao estado de direito e à democracia, perpetrada por grupos de criminosos, ofende a liberdade de um povo que constrói sua sociedade a partir da justiça e do dialogo entre as partes. A verdadeira politica sempre põe no centro o respeito do ser humano e o compromisso de todos para a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária. Por isso, em plena comunhão com os bispos do Brasil, representados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, condenamos e repudiamos veementemente tudo o que aconteceu na tarde desse domingo da Epifania do Senhor, pedindo o imediato cessar dos ataques criminosos ao Estado democrático e de Direito, a responsabilização dos participantes com os rigores da Lei, para que sejam protegidos todos os cidadão e cidadãs e a democracia do nosso País. Se quisermos a justiça, construamos a Paz! Em espirito de sincera fraternidade.
O COLÉGIO DE CONSULTORES E PE. LÚCIO NICOLETTO ADMINISTRADOR DIOCESANO DE RORAIMA
“Todos somos chamados por Jesus, todos podemos discernir a sua presença, todos podemos experimentar as suas surpresas”. São palavras do Papa Francisco no Angelus desta sexta-feira, dia 6 de janeiro, Dia dos Reis Magos
Jane Nogara – Vatican News
No Angelus da Solenidade da Epifania, (06/12) o Papa Francisco fala-nos dos Reis Magos que chegando a Belém, oferecem a Jesus ouro, incenso e mirra. Porém continua o Papa, poderíamos dizer que eles, antes de tudo, recebem três dons: três dons preciosos que dizem respeito também a nós.
Chamado
O primeiro é “o dom do chamado”. “Os Magos”, continua, “deixaram-se maravilhar e disturbar pela novidade da estrela e partiram rumo ao que não conheciam”. Recordando que sendo cultos e sábios, fascinaram-se mais pelo que não sabiam do que pelo que sabiam. “Eles se sentiram chamados a ir além”. E Francisco nos esclarece: “somos chamados a não nos contentarmos, a buscar o Senhor saindo da nossa zona de conforto, caminhando em direção a Ele com os outros, mergulhando-nos na realidade”.
Discernimento
O segundo dom que os Magos nos falam, continua o Papa, é o do discernimento. E explica que foram ao encontro do rei Herodes, e percebendo que este queria usá-los, não se deixaram enganar. “Sabem fazer a distinção entre a meta do percurso e as tentações que encontram pelo caminho”, reiterando em seguida: “Como é importante saber distinguir a meta da vida das tentações do caminho!”.
“O discernimento é um grande dom, e nunca se deve cansar de pedi-lo na oração. Peçamos esta graça!”
Surpresa
Por fim, os Magos falam-nos de um terceiro dom: a surpresa. “Depois de uma longa viagem, o que esses homens de alto nível social encontram? Uma criança com sua mãe, certamente uma cena terna, mas não surpreendente!”. E sugere que talvez esperassem um Messias poderoso e prodigioso, e encontram uma criança. “No entanto”, continua, “não pensam ter se enganado, sabem reconhecê-lo. Acolhem a surpresa de Deus e vivem com encanto o encontro com Ele, adorando-o: na pequenez reconhecem o rosto de Deus”.
O dom de saber encontrar a grandeza na pequenez
Por fim Francisco afirma “Humanamente todos somos inclinados a buscar a grandeza, mas é um dom saber encontrá-la verdadeiramente: saber encontrar a grandeza na pequenez que Deus tanto ama. Porque o Senhor se encontra assim: na humildade, no silêncio, na adoração, nos pequenos e nos pobres”.
“Todos somos chamados por Jesus, todos podemos discernir a sua presença, todos podemos experimentar as suas surpresas.”
Hoje seria belo recordar estes dons, que já recebemos: recordar quando percebemos na vida um chamado de Deus; ou quando, talvez depois de tanto esforço, conseguimos discernir sua voz; ou ainda, a uma surpresa inesquecível que Ele nos fez, deixando-nos maravilhados.
A cidade de Roma amanheceu encoberta por uma forte neblina, que impedia até mesmo de ver a cúpula da Basílica Vaticana, diante da qual milhares de fiéis se reuniram para o funeral do Papa emérito Bento XVI.
As imagens remetem a abril de 2005, quando o mundo se despediu de São João Paulo II: o caixão de madeira, simples, posicionado diante do altar, sobre o qual foi apoiado o Evangelho aberto. Ao ser depositado no chão, recebeu um beijo do seu então secretário particular Dom Georg Gänswein. Estima-se que cerca de 50 mil pessoas participaram do funeral, entre as quais inúmeras autoridades e chefes de Estado. Celebraram com o Pontífice, além do cardeal-decano Giovanni Battista Re no altar, mais de 120 cardeais, 400 bispos e quase quatro mil sacerdotes.
O funeral seguiu o protocolo de um Papa reinante, com algumas modificações. Na homilia, o Papa comentou a leitura extraída de Lucas 23, 46, de modo especial a seguinte frase: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito».
“São as últimas palavras que o Senhor pronunciou na cruz; quase poderíamos dizer, o seu último suspiro, capaz de confirmar aquilo que caraterizou toda a sua vida: uma entrega contínua nas mãos de seu Pai. Mãos de perdão e compaixão, de cura e misericórdia, mãos de unção e bênção.”
Francisco nomeou Bento uma única vez, no final, mas as referências são extraídas de textos do Papa emérito: a Encíclica “Deus caritas est”, a homilia na Missa Crismal de 2006 e a missa do início do seu pontificado.
Citações que traçam o perfil do seu pastoreio, que se deixou cinzelar pela vontade do Pai, carregando aos ombros todas as consequências e dificuldades do Evangelho até ao ponto de ver as suas mãos chagadas por amor. Até ao ponto de fazer palpitar no próprio coração os mesmos sentimentos de Cristo Jesus de dedicação agradecida, orante e sustentada pela consolação do Espírito.
Foram essas três “dedicações” explanadas por Francisco.
Dedicação agradecida feita de serviço ao Senhor e ao seu Povo que nasce da certeza de se ter recebido um dom totalmente gratuito. Dedicação orante, que se plasma e aperfeiçoa silenciosamente por entre as encruzilhadas e contradições que o pastor deve enfrentar e o esperançado convite a apascentar o rebanho. Como o Mestre, carrega sobre os ombros a canseira da intercessão e o desgaste da unção pelo seu povo, especialmente onde a bondade é contrastada e os irmãos veem ameaçada a sua dignidade. Dedicação sustentada pela consolação do Espírito, que sempre o precede na missão e transparece na paixão de comunicar a beleza e a alegria do Evangelho.
“Também nós, firmemente unidos às últimas palavras do Senhor e ao testemunho que marcou a sua vida, queremos, como comunidade eclesial, seguir as suas pegadas e confiar o nosso irmão às mãos do Pai: que estas mãos misericordiosas encontrem a sua lâmpada acesa com o azeite do Evangelho, que ele difundiu e testemunhou durante a sua vida.”
Para Francisco, Bento XVI cultivou a consciência do pastor que não pode carregar sozinho aquilo que, na realidade, nunca poderia sustentar sozinho e, por isso, soube abandonar-se à oração e ao cuidado do povo que lhe está confiado.
É o Povo fiel de Deus que, congregado, acompanha e confia a vida de quem foi seu pastor. E o faz com o perfume da gratidão e o unguento da esperança, com a mesma unção, sabedoria, delicadeza e dedicação que o Papa emérito soube dispensar ao longo dos anos.
“Queremos dizer juntos: «Pai, nas tuas mãos entregamos o seu espírito». Bento, fiel amigo do Esposo, que a tua alegria seja perfeita escutando definitivamente e para sempre a sua voz!”
Fiéis de todas as nacionalidades continuam, em fila de modo ordenado, a entrar na Basílica de São Pedro. Uma oração, uma saudação ou um simples olhar para Bento XVI. Nesta quarta-feira (04), das 7h às 19h outros fiéis poderão homenageá-lo, é o último dia em que o corpo do Papa Emérito será exposto à devoção dos fiéis. Parte da Praça de São Pedro foi colocada à disposição das emissoras que filmarão o funeral na quinta-feira (5), celebrado pelo Papa Francisco. Espera-se a chegada de autoridades de todo o mundo e cerca de 70 mil participantes.
Os agradecimentos do mundo a Bento XVI
E da penumbra da Basílica Petrina, da mesma forma ordenada, as pessoas saem lentamente, muitos com os olhos brilhantes, em suas mentes talvez as últimas palavras proferidas por Bento XVI, “Senhor, eu te amo”, sinal e luz do ministério sacerdotal, pastoral e papal que acompanhou toda a vida de Joseph Ratzinger.
“Obrigado Papa Bento”
A emoção não impede que as pessoas que foram fazer a última homenagem ao Emérito comuniquem seus sentimentos. Nas entrevistas feitas pela Rádio Vaticano – Vatican News, há quem agradeça ao Senhor por nos ter dado Bento XVI, há quem chegou ao Vaticano em espírito de peregrinação: todos em um dia, das cidades italianas e do mundo inteiro, só para dizer obrigado a Joseph Ratzinger. E há também os que querem pedir perdão ao Papa Emérito por não ter compreendido completamente sua mensagem quando ele era Pontífice, uma mensagem posteriormente redescoberta através de seus escritos. Certamente – este é o pensamento comum – que o magistério continuará a ensinar muito, mesmo agora que Bento XVI voltou à casa do Pai.