marista

Celebração do Dia dos Maristas: Homenagem a Maria no dia da Assunção de Nossa Senhora

Os Maristas se reconhecem como “irmãos de Maria”

No dia quinze de agosto, é celebrado como o Día da Assunção de Nossa Senhora e se ilumina com uma atmosfera especial, celebrando a festa da Assunção de Maria aos céus. No entanto, esta data possui um significado ainda mais profundo para o Instituto Marista, que comemora o Dia dos Maristas, homenageando sua padroeira, Maria.

Um dia que carrega consigo um sentido de unidade e devoção à figura materna de Maria, que também é reconhecida como Maria Nossa Padroeira, uma presença inspiradora e educadora para todos aqueles que fazem parte do Instituto Marista. Os Maristas se reconhecem como “irmãos de Maria”, ressaltando a influência materna e educacional que Maria desempenha em suas vidas e na missão do instituto.

Nesse sentido, o apelo do XXII Capítulo Geral  “Como uma família global, farol de esperança neste mundo turbulento” aponta para um jeito de ser embasado nos valores que inspiraram São Marcelino Champagnat, nosso fundador.

Ao destacar a importância de Maria como mãe e protetora, a celebração do Dia dos Maristas se torna uma oportunidade para expressar gratidão e veneração àquela que desenhou os caminhos da fé e do amor no coração dos Maristas. A devoção especial a Maria transcende fronteiras e se manifesta de maneira intensa entre os que a amam e a reverenciam.

Na cidade de Boa Vista, em Roraima, a celebração do Dia dos Maristas encontra um eco significativo. O Irmão Danilo Coordenador Marista fala o seguine: ”Temos um projeto “Um Novo Começo” que floresce, acolhendo irmãos, formandos, voluntários e famílias em um espaço de apoio e desenvolvimento. Essa iniciativa se desenrola na comunidade Nossa Senhora de Nazaré, na área missionária São João Batista. Essa comunidade se torna um reflexo da dedicação e cuidado que Maria sempre demonstrou, sendo uma fonte de inspiração para todos aqueles que se beneficiam desse projeto transformador.”

A celebração do Dia dos Maristas é, portanto, um tributo sincero à influência maternal de Maria no Instituto Marista e além. Através dessa comemoração, os Maristas renovam seu compromisso com os valores que Maria representa e perpetuam sua missão de educação e apoio, inspirados por sua padroeira e mãe espiritual.

Reportagem: Libia López

S.-Maximiliano-jornalista

Santo do dia 14 de agosto: SÃO MAXIMILIANO MARIA KOLBE

Hoje a Igreja celebra São Maximiliano Maria Kolbe, o mártir da caridade

S.-Maximiliano-jornalista

“Por Jesus Cristo estou disposto a qualquer tipo de sofrimento. A Imaculada está comigo e ela me ajuda”, costumava dizer São Maximiliano Kolbe, sacerdote que morreu mártir em um campo de concentração nazista e cujo memória litúrgica a Igreja celebra neste dia 14 de agosto.

São Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polônia em 8 de janeiro de 1894 na cidade da Zdunska Wola, que naquele tempo estava ocupada pela Rússia. Foi batizado com o nome Raimundo, na Igreja paroquial. Aos 13 anos, ingressou no seminário franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais, na cidade polonesa do Lvov, a qual, por sua vez, estava ocupada pela Áustria. No seminário, adotou o nome de Maximiliano. Finalizou seus estudos em Roma e em 1918 foi ordenado sacerdote.

Devoto da Imaculada Conceição, pensava que a Igreja devia ser militante em sua colaboração com a Graça Divina para o avanço da Fé Católica. Movido por esta devoção e convicção, fundou em 1917 um movimento chamado “Milícia da Imaculada”, cujos membros se consagrariam à Bem-aventurada Virgem Maria e teriam o objetivo de lutar mediante todos os meios moralmente válidos, pela construção do Reino de Deus em todo mundo.

Verdadeiro apóstolo moderno, iniciou a publicação da revista mensal “Cavaleiro da Imaculada”, orientada a promover o conhecimento, o amor e o serviço à Virgem Maria na tarefa de converter almas para Cristo. Com uma tiragem de 500 exemplares em 1922, alcançou cerca de 1 milhão de exemplares em 1939.

Em 1929, fundou a primeira “Cidade da Imaculada”, no convento franciscano de Niepokalanów a 40 quilômetros de Varsóvia, que no passar do tempo se converteria em uma cidade consagrada à Virgem.

Em 1931, logo após o Papa solicitar missionários, ofereceu-se como voluntário. Em 1936, retornou à Polônia como diretor espiritual do Niepokalanów e, três anos mais tarde, em plena Guerra Mundial, foi preso junto com outros frades e enviado a campos de concentração na Alemanha e Polônia. Foi liberado pouco tempo depois, precisamente no dia consagrado à Imaculada Conceição.

Foi feito prisioneiro novamente em fevereiro de 1941 e enviado à prisão de Pawiak, para ser transferido em seguida ao campo de concentração de Auschwitz, onde, apesar das terríveis condições de vida, prosseguiu seu ministério.

Em Auschwitz, o regime nazista procurava despojar os prisioneiros de todo rastro de personalidade, tratando-os de maneira desumana e impessoal, como um número; a São Maximiliano, atribuíram o número 16670. Apesar de tudo, durante sua estadia no campo, nunca abandonou sua generosidade e preocupação com os demais, assim como seu desejo de manter a dignidade de seus companheiros.

Na noite de 3 de agosto de 1941, um prisioneiro da mesma seção em que estava São Maximiliano fugiu; em represália, o comandante do campo ordenou sortear dez prisioneiros para serem executados. Entre os homens escolhidos estava o sargento Franciszek Gajowniczek, polonês, casado e com filhos. São Maximiliano, que não estava entre os dez prisioneiros escolhidos, se ofereceu para morrer em seu lugar. O comandante do campo aceitou a troca e o Padre Kolbe foi condenado a morrer de fome junto com os outros nove prisioneiros.

Dez dias depois de sua condenação e ao encontrá-lo ainda vivo, os nazistas lhe deram uma injeção letal em 14 de agosto de 1941. Em 1973, o Papa Paulo VI o beatificou e, em 1982, São João Paulo II o canonizou como Mártir da Caridade.

5 dados curiosos sobre a vida de São Maximiliano Kolbe, mártir do século XX

papa
Durante sua visita ao campo de concentração nazista de Auschwitz, em 29 de julho de 2016, no terceiro dia de sua viagem apostólica à Polônia, o Papa Francisco conheceu a “cela de fome”, que foi preso São Maximiliano Kolbe, até o dia de sua morte em 14 de agosto de 1941.

Neste dia 14 de agosto, é celebrado São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote membro da ordem dos frades menores conventuais, que morreu mártir nos campos de concentração nazistas, ao oferecer a sua vida em troca pela de um pai de família condenado à morte. A seguir, alguns dados curiosos da vida deste santo do século XX.

1. A Virgem Maria apareceu a ele quando era criança

Ainda criança, realizou uma travessura que sua mãe reprovou. Tempos depois, a mãe viu que Kolbe tinha mudado de atitude e que, frequentemente, rezava chorando diante de um pequeno altar. O menino lhe disse: “Quando a senhora me perguntou, mamãe, o que iria ser de mim, rezei muito a Nossa Senhora para Ela me dizer o que seria de mim. Em seguida, indo à igreja, rezei novamente. Então Ela me apareceu, tendo nas mãos duas coroas, uma branca e outra vermelha”. “A branca significava que perseveraria na prática da pureza; a vermelha, que eu seria mártir. Respondi que as queria. Então a Virgem me olhou docemente e desapareceu”.

2. Foi condenado a morrer de fome em uma cela e sobreviveu

Durante a Segunda Guerra Mundial, foi preso e enviado aos campos de concentração. No tempo em que esteve ali, condenaram a morrer de fome em uma cela 10 prisioneiros que tentaram escapar. São Maximiliano trocou sua vida pela do sargento polonês Franciszek Gajowniczek, que tinha explicado: “Meu Deus, eu tenho esposa e filhos”. Nessa cela, o sacerdote seguiu incentivando seus companheiros na fé, com orações e cantos. Após duas semanas, somente São Maximiliano continuava vivo. Necessitando da cela para outros réus, os nazistas decidiram acabar com sua vida injetando-lhe ácido carbônico na veia.

FranciscoRezaCeldaKolbe_290716
O Papa Francisco na cela da fome, onde morreu São Maximiliano Kolbe.

3. Foi muito devoto à Imaculada Conceição

Maximiliano sempre foi muito devoto à Imaculada Conceição. Em 1917, fundou um movimento chamado “A Milícia da Imaculada”, o qual se consagrou à Virgem para lutar com todos os meios pela construção do Reino de Deus em todo o mundo. Também iniciou a publicação de uma revista mensal chamada “Cavaleiros da Imaculada”, orientada a promover o conhecimento, o amor e o serviço à Virgem Maria.

4. Papa Francisco visitou seu túmulo

Durante sua visita ao campo de concentração nazista de Auschwitz, no marco de sua viagem apostólica à Polônia pela Jornada Mundial da Juventude Cracóvia 2016, o Papa Francisco conheceu a “cela da fome”, onde São Maximiliano foi preso até o dia de sua morte, em 14 de agosto de 1941. No recinto escuro, em cujas paredes há uma placa de recordação e estão gravadas as vítimas com três velas ao centro, o Santo Padre se sentou e rezou sozinho e em silêncio por cerca de seis minutos.

5. Na Polônia existem os frades bombeiros de São Maximiliano

Em 1927, o santo fundou a “Cidade da Imaculada” no convento franciscano de Niepokalanów, há 40 quilômetros de Varsóvia. Há mais de 80 anos, aquele lugar conta com um Corpo de Bombeiros Frades de São Maximiliano Maria Kolbe. Em 1928, Kolbe reuniu e disse aos frades: “Recebemos isso das pessoas, não é nosso, por isso, temos que nos assegurarmos de que não se destrua”. Logo colocaram mãos à obra e organizaram uma guarda contra incêndios.

Fonte: ACI Digital

PAI

Celebrando o Dia dos Pais: O Significado Profundo e o Pai de Jesus Cristo

Nos convida a refletir sobre o papel paterno na espiritualidade.

No segundo domingo de agosto, o mundo celebra o Dia dos Pais, uma ocasião especial para homenagear e expressar gratidão aos pais por seu amor incondicional e orientação. Além das homenagens terrenas, esse dia também nos convida a refletir sobre o papel paterno na espiritualidade.

Ao honrar os pais em nosso cotidiano, podemos também olhar para São José, o pai terreno de Jesus Cristo. São José, conhecido por seu papel discreto e protetor, desempenhou um papel fundamental na vida de Jesus, educando-o e amando-o como seu próprio filho. Sua devoção a Deus, humildade e obediência exemplificam as virtudes de um pai amoroso e dedicado.

O pai de Jesus Cristo serve como um modelo de paternidade, mostrando que ser pai é mais do que apenas prover fisicamente, mas também guiar espiritualmente, nutrir e amar profundamente. Sua presença afetuosa na vida de Jesus reflete a importância de um pai como pilar emocional e espiritual na vida de um filho.

Enquanto celebramos os pais em nosso meio, olhemos também para São José como um exemplo de paternidade. Seu amor por Jesus Cristo e seu papel na história da salvação lembram-nos da influência poderosa que um pai pode ter na vida de seu filho. Assim, o Dia dos Pais se torna uma oportunidade para refletir sobre os pais em nossas vidas, assim como sobre o Pai Divino que nos guia e nos ama incondicionalmente.

Reportagem: Libia López

Santa Clara, patrona da televisão

Origens

Santa Clara nasceu em Assis, Itália, no ano de 1193, em uma nobre família. Destacou-se pela sua caridade e respeito para com os pequenos, por isso, ao se deparar com a pobreza evangélica vivida por Francisco de Assis, apaixonou-se por esse estilo de vida.

Encontro com Francisco de Assis

Em 1212, quando tinha apenas dezenove anos, a jovem abandonou o seu lar para ir ao encontro de Francisco de Assis, na igreja de Santa Maria dos Anjos. Ela cortou o cabelo e vestiu um modesto hábito de lã, além disso, pronunciou os votos perpétuos de pobreza, castidade e obediência.

Clara foi, primeiro, para o mosteiro beneditino de São Paulo das Abadessas. Pouco depois, foi para a Ermida de Santo Ângelo de Panço, onde Inês, sua irmã de sangue, juntou-se a ela.

Clarissas

Ao se dirigir ao convento de São Damião, Clara – juntamente com outras moças – deu início a uma nova vida religiosa. Elas, primeiramente, foram chamadas de “Damianitas”, depois, como Clara escolheu, elas foram chamadas de “Damas Pobres” e, finalmente, de “Clarissas”.

Seguindo as orientações de Francisco, em 1216, Clara aceitou para a sua Ordem as regras beneditinas e o título de abadessa. Porém, conseguiu o “privilégio da pobreza” do Papa Inocêncio III, mantendo o carisma franciscano.

Patrona da televisão 

Em 1226, Francisco de Assis morreu, e Clara acompanhou o funeral dele sem sair do quarto, já que estava doente. Ela via as imagens como se projetadas na parede. Anteriormente a isso, ela teve esse mesmo tipo de visão em uma noite de Natal, quando viu o presépio e pôde assistir ao santo ofício que acontecia na igreja de Santa Maria dos Anjos. Por essas visões, foi proclamada oficialmente “Patrona da Televisão”.

Outro grande feito dessa santa foi a expulsão dos turcos muçulmanos da cidade de Assis. Ela portava nas mãos o Santíssimo Sacramento.

Páscoa

Santa Clara faleceu, no dia 11 de agosto de 1253, aos 60 anos de idade. Foi canonizada no ano de 1255, pelo Papa Alexandre IV.

Minha oração

“Santa Clara, que, seguindo os passos de São Francisco de Assis, iluminou o mundo com a vossa obediência ao Senhor, ajudai-nos a ter um coração como o vosso: humilde, pobre e temente a Deus. Amém!”

Santa Clara, patrona da televisão, rogai por nós!

Outros santos e beatos celebrados em 11 de agosto:

  • Em Comana, no Ponto, hoje Gumenek, na Turquia, Santo Alexandre, chamado o Carvoeiro, bispo. († s. III)
  • Em Roma, no cemitério “Ad Duas Lauros”, junto à Via Labicana, São Tibúrcio, mártir. († s. III-IV)
  • Também em Roma, a comemoração de Santa Susana. († data inc.)
  • Em Assis, na Úmbria, hoje na Toscana, região da Itália, São Rufino, que é considerado o primeiro bispo desta cidade e mártir. († c. s. IV)
  • Em Benevento, na Campânia, também região da Itália, São Cassiano, bispo. († s. IV)
  • Em Évreux, na Gália, hoje na França, São Taurino, que é venerado como primeiro bispo desta cidade. († c. s. V)
  • Na Irlanda, Santa Atracta, abadessa, que, segundo a tradição, recebeu das mãos de São Patrício o véu das virgens. († s. V)
  •  Na província de Valéria, hoje na Úmbria, região da Itália, Santo Equício, abade. († a. 571)
  • Em Cambrai, na Austrásia, atualmente na França, São Gaugerico, bispo. († c. 625)
  • Em Arles, na Provença, também na atual França, Santa Rustícola, abadessa, que dirigiu santamente as monjas durante quase sessenta anos. († 632)
  • Em Gloucester, na Inglaterra, os beatos João Sandys e Estêvão Rowsham, presbíteros, e Guilherme Lampley, alfaiate, mártires. († 1586, 1587, 1588)
  • Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato João (Tiago Jorge Rhem), presbítero da Ordem dos Pregadores e mártir. († 1794)
  • Em Milão, na Itália, o Beato Luís Birághi, presbítero da diocese de Milão, fundador da Congregação das Irmãs de Santa Marcelina. († 1879)
  • Em Agullent, povoação do território de Valência, na Espanha, o Beato Rafael Afonso Gutiérrez, mártir. Com ele comemora-se também o beato mártir Carlos Díaz Gandia. († 1936)
  • Em Prat de Compte, povoação próxima de Tarragona, também na Espanha, o Beato Miguel Domingos Cendra, religioso da Sociedade Salesiana e mártir. († 1936)
  • Nos confins do Tibete, o Beato Maurício Tornay, presbítero e mártir. († 1949)
SOLIDARIEDADE CRISTA

Dia da Solidariedade Cristã

Ser solidário significa exercer o amor do Pai com nossos irmãos, retribuir toda sua bondade conosco e seguir as lições que Jesus nos deixou.

Hoje, comemoramos o Dia da Solidariedade Cristã, uma data que nos inspira a praticar o amor ao próximo e estender a mão para ajudar quem mais precisa. Neste dia especial, é uma oportunidade para refletirmos sobre os ensinamentos de Cristo, que nos chamam a amar e cuidar uns dos outros como irmãos.

A solidariedade cristã transcende fronteiras e diferenças, unindo pessoas de todas as origens e crenças em uma missão comum de fazer o bem. É um chamado para agir com o sentimento de compaixão e empatia, buscando aliviar o sofrimento dos mais vulneráveis e promover a justiça social.

Que neste Dia da Solidariedade Cristã possamos renovar nosso compromisso de sermos instrumentos de paz e esperança em um mundo que tanto precisa de amor e compaixão. Que nossas ações solidárias sejam um reflexo do amor Divino e possam iluminar os caminhos daqueles que enfrentam dificuldades.

Que possamos fortalecer os laços fraternos, acolhendo o chamado à solidariedade e praticando ações concretas que transformem vidas e construam um mundo melhor para todos.

Feliz Dia da Solidariedade Cristã! Que a bondade e generosidade estejam sempre presentes em nossos corações e ações.

Reportagem: Libia Lopez

São Lourenço, diácono amigo do Papa Sisto II

Origens 

São Lourenço nasceu na Espanha na primeira metade do século II. Conta-nos a história que São Lourenço tinha grande amizade com o Papa Sisto II, o qual confiou-lhe a função de arquidiácono. Ele administrava os bens e as ofertas para ajudar os pobres, órfãos e viúvas.

Tesouros da Igreja 

No ano 258 d.C., foi publicado um decreto do imperador Valeriano, em que ordenava que todos os bispos, presbíteros e diáconos deveriam ser condenados à morte.

Lourenço, alguns diáconos e o Papa Sisto II foram presos. O Pontífice foi assassinado no dia 6 de agosto. O imperador poupou a vida de Lourenço pedindo que lhe entregasse os “tesouros da Igreja”. Ele reuniu órfãos, cegos, coxos, viúvas e idosos e apresentou ao imperador  dizendo: “Eis aqui os nossos tesouros, que nunca diminuem e podem ser encontrados em toda parte”.

Páscoa 

No dia 10 de agosto, São Lourenço também foi martirizado. Segundo uma antiga “Paixão”, coletada por Santo Ambrósio, ele foi queimado em uma grelha. Após a sua morte, o corpo de São Lourenço foi deposto em uma sepultura na Via Tiburtina. No lugar do seu martírio, foi construída uma igreja, dedicada a São Lourenço, em Panisperna.

Minha oração 

“São Lourenço, que nunca desanimastes na fé em Deus, dai-nos o desejo e a força de enfrentar as dificuldades por amor e seguir o Evangelho. Amém!”

São Lourenço, diácono amigo do Papa Sisto II, rogai por nós!

Outros santos e beatos celebrados em 10 de agosto:

  • Comemoração dos santos mártires, em Alexandria, no Egito, que morreram durante a perseguição do imperador Valeriano. († 257)
  • Em Dunblane, na Escócia, São Blano, bispo. († s. VI)
  • Em Alcamo, na Sicília, região da Itália, o Beato Arcângelo de Calatafíni Piacentíni, presbítero da Ordem dos Menores. († 1460)
  • Em Iki, cidade do Japão, o Beato Agostinho Ota, religioso da Companhia de Jesus e mártir. († 1622)
  • Num barco-prisão ancorado ao largo de Rochefort, na França, os beatos Cláudio José Jouffret de Bonnefont, da Sociedade de São Sulpício, Francisco François, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, e Lázaro Tiersot, da Ordem Cartusiana, presbíteros e mártires. († 1794)
  • No lugar chamado El Saler, próximo de Valência, na Espanha, o Beato José Toledo Pellicer, presbítero e mártir. († 1936)
  • Em Valência, também na Espanha, o Beato João Martorell Sória, presbítero da Sociedade Salesiana e mártir.  Com ele é também comemorado o Beato mártir Pedro Mesonero Rodríguez, religioso da mesma Sociedade. († 1936)
  • No campo de concentração de Dachau, próximo de Munique da Baviera, na Alemanha, os beatos Francisco Drzewiecki, da Congregação da Pequena Obra da Divina Providência, e Eduardo Grzymala, presbíteros e mártires. († 1942)

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), mártir

Origens

Edith nasceu em Breslávia, na Baixa Silésia, Polônia, em 1891; ela era a 11ª filha de um casal muito fervoroso de judeus. O pai morreu quando ela ainda não tinha completado dois anos. A mãe educou as crianças dentro da religião judaica.

Durante a adolescência, Edith teve uma crise e afastou-se de Deus. Mais tarde, dedicou-se a uma vida de estudos na Universidade de Breslau, tendo como meta a Filosofia.

Fé e ciência 

A sua conversão aconteceu, em 1921, quando ela leu a autobiografia de Santa Teresa d’Ávila durante uma noite. “Quando fechei o livro, disse para mim mesma: é esta a verdade”, declarou ela mais tarde. Recebeu o Batismo e a Crisma, em 1922, contra a vontade dos pais, mas nunca renegou suas raízes judaicas.

Usou seus dons acadêmicos para servir a Deus. Tornou-se professora e Irmã carmelita em Colônia, em 1934, com o nome de Teresa Benedita da Cruz.

Perseguição 

A perseguição nazista aos judeus alemães intensificou-se, e por isso Edith foi transferida para o Carmelo de Echt, na Holanda, juntamente com sua irmã Rosa, que também foi batizada na Igreja Católica e prestava serviço no convento.

Os bispos católicos dos Países Baixos fizeram um comunicado contra as deportações dos judeus. Em forma de represália, Hitler mandou invadir o convento na Holanda e prender Edith e sua irmã. Elas e mais 244 judeus católicos foram levados para o campo de concentração Auschwitz. Ali, cuidou das crianças encarceradas e ensinou o Evangelho aos presos.

Páscoa 

Edith Stein morreu, em agosto de 1942, juntamente com a sua irmã Rosa nas câmaras de gás de Auschwitz; depois, seu corpo foi queimado. Foi canonizada em Roma, em 1998, pelo então Papa João Paulo II.

Minha oração 

“Ó Santa Teresa Benedita da Cruz, ajuda-me a ter um encontro verdadeiro com Jesus, a fim de morrer para as coisas deste mundo e viver apenas para Ele. Santa Edith Stein, interceda por mim a Deus Pai, para que logo estejamos todos juntos no paraíso. Amém.” 

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), rogai por nós!

Outros santos e beatos celebrados em 9 de agosto:

  • Em Roma, no cemitério de São Lourenço, junto à Via Tiburtina, São Romão, mártir. († c. 258)
  • No mosteiro de Achonry, na Irlanda, São Nateu, bispo e abade. († s. VI)
  • Em Kilmore, também na Irlanda, São Fedlimino, bispo. († c. s. VI)
  • Em Constantinopla, hoje Istambul, na Turquia, a comemoração dos santos mártires. († c. 729)
  • Em Palena, na Calábria, atualmente nos Abruzos, região das Itália, o Beato Falco, eremita. († s. X/XI)
  • Em Florença, na Etrúria, atualmente na Toscana, também região da Itália, o Beato João de Salerno, presbítero da Ordem dos Pregadores. († c. 1242)
  • No monte de Verna, também na Etrúria, região da Itália, o Beato João de Fermo, presbítero da Ordem dos Menores. († 1322)
  • Em Londres, na Inglaterra, o Beato Ricardo Bere, presbítero e mártir. († 1537)
  • Num sórdido barco-prisão, ancorado ao largo de Rochefort, na França, o Beato Cláudio Richard, presbítero da Ordem de São Bento e mártir. († 1794)
  • Em Salamanca, na Espanha, Santa Cândida Maria de Jesus (Joana Josefa Cipítria), virgem, que fundou a Congregação das Filhas de Jesus. († 1912)
  • Em Molokai, ilha do arquipélago do Hawai, Santa Mariana Cope de Molokai (Bárbara Kobb), virgem das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Siracusa. († 1918)
  • Em Barbastro, na Espanha, o Beato Florentino Asêncio Barroso, bispo e mártir. († 1936)
  • Em Barcelona, também na Espanha, os beatos Rúben de Jesus (Rúben López Aguilar) e seis companheiros, religiosos da Ordem de São João de Deus e mártires. († 1936)
  • Em Azanuy, localidade da província de Huesca, também na Espanha, os beatos Faustino Oteiza Segura, presbítero, e Florentino Filipe Naya, religiosos da Ordem dos Clérigos Regrantes das Escolas Pias e mártires. († 1936)
  • Em Argés, localidade próxima de Toledo, também na Espanha, o Beato Guilherme Plaza Hernández, presbítero da Irmandade dos Sacerdotes Operários e mártir. († 1936)
  • Em Carcaixent, localidade próxima de Valência, também na Espanha, o Beato Germano Maria (José Maria Garrigues Hernández), presbítero da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir. († 1936)
  • Em Villa de Don Fradique, perto de Toledo, também na Espanha, o Beato Francisco López-Gasco Fernández Largo, presbítero da diocese de Toledo e mártir. († 1936)
  • Em Madrid, também na Espanha, o Beato José Maria Celaya Badiola, religioso da Sociedade Salesiana e mártir. († 1936)
  • Em Barcelona, também na Espanha, o Beato Lourenço Gabriel (José Figueras Rey), religioso da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártir. († 1936)
  • Em Brandeburgo, na Alemanha, o Beato Francisco Jägerstätter, mártir. († 1943)

São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Pregadores

Origens 

São Domingos nasceu em Caleruega, na Castela Velha, em 1170, Espanha. Pertencia a uma família nobre, católica e rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza e seus irmãos, Antonio e Manes. Na sua família, havia um tio sacerdote. Assim, a vontade de evangelizar já estava presente desde a infância.

O chamado 

Domingos dedicou-se aos estudos, tornando-se uma pessoa muito culta. Mas, aos 24 anos, o chamado ao sacerdócio foi maior e Domingos começou a fazer parte dos Canônicos da Catedral de Osma, a pedido do Bispo Diego. Logo, foi convidado para auxiliar o rei Afonso VII nos trabalhos diplomáticos do seu governo e também para representar a Santa Sé.

Luta contra a heresia

Durante a Idade Média, havia a heresia dos albigenses, ou cátaros, no sul da França. O Papa Inocêncio III enviou Domingos e Dom Diego para enfrentar os Albigenses e propagar o Evangelho. Porém, com a morte repentina de Diego, Domingos de Gusmão permaneceu sozinho na missão.

Fundador da Ordem dos Frades Predicadores

Em 1215,  Domingos fundou uma Ordem que oferecia uma nova proposta de evangelização cristã e vida apostólica. Em 22 de dezembro de 1217, Papa Honório III emitiu a aprovação definitiva, dando-lhe o nome de “Ordem dos Frades Pregadores”. Eles foram conhecidos como homens sábios, pobres e austeros.

Páscoa 

São Domingos de Gusmão morreu em 6 de agosto de 1221, com 51 anos, no Convento de Bolonha.

Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, que o havia conhecido pessoalmente após 13 anos da sua morte.

Minha oração 

“São Domingos de Gusmão, santo mestre, ajuda-me a sempre a espalhar a verdade de Cristo e lutar contra todo tipo de blasfemia e descrença. Amém.” 

São Domingos de Gusmão, rogai por nós!

Outros santos e beatos celebrados em 08 de agosto:

  • Em Albano, na Via Ápia, os santos SegundoCarpóforoVitorino e Severiano, mártires. († s. III f.-IV in.)
  • Em Roma, os santos CiríacoLargoCrescencianoMémiaJuliana e Esmeraldo, mártires. († s. IV in.)
  • Em Tarso, na Cilícia, na atual Turquia, a paixão de São Marinho. († c. 303-311)
  • Em Milão, na Ligúria, hoje na Lombardia, região da Itália, Santo Eusébio, bispo. († c. 462)
  • Em Vienne, na Gália Lionense, hoje na França, São Severo, presbítero. († c. s. V)
  • Em Bordéus, na Aquitânia, também na atual França, São Múmulo, abade de Fleury. († 678)
  • Em Cízico, na atual Turquia, Santo Emiliano, bispo. († s. IX)
  • No mosteiro de Götweig, na Áustria, Santo Altmano, bispo de Passau. († 1091)
  • Em Gallese, na Toscana, região da Itália, São Famião, eremita. († c. 1150)
  • Em Londres, na Inglaterra, o Beato João Felton, mártir. († 1570)
  • Em York, também na Inglaterra, o Beato João Fingley, presbítero e mártir. († 1586)
  • Em Xixiaodun, no Hebei, província da China, São Paulo Ke Tingzhu, mártir. († 1900)
  • Em Zamora, na Espanha, Santa Bonifácia Rodríguez de Castro, virgem. († 1905)
  • Em Sydney, na Austrália, Santa Maria da Cruz, virgem, que fundou a Congregação das Irmãs de São José e do Sagrado Coração. († 1909)
  • Em Póggio a Caiano, na Etrúria, hoje na Toscana, região da Itália, a Beata Maria Margarida, virgem, que fundou o Instituto Franciscano das Irmãs Mínimas do Sagrado Coração. († 1921)
  • No lugar chamado El Saler, perto de Valência, na Espanha, o Beato António Silvestre Moya, presbítero e mártir. († 1936)
  • Em Valência, também na Espanha, as beatas Maria do Menino Jesus e companheiras, virgens do Instituto das Filhas de Maria das Escolas Pias e mártires. († 1936)
  • Em San Andréu de Palomar, na Catalunha, também na Espanha, o Beato Antero Mateo Garcia, pai de família e mártir. († 1936)
  • Em Villat de Olalla, também na Espanha, os beatos e mártires Cruz Laplana y Laguna, bispo de Cuenca e Fernando Español Berdié, presbítero da mesma diocese. († 1936)
  • Em Traverseras, na Catalunha, também na Espanha, os beatos Dionísio Luís e Leonardo José, religiosos. († 1936)
  • Em Fuente el Fresno, também na Espanha, o Beato Filipe José, da Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs e mártires. († 1936)
  • Em Vallirana, localidade da província de Barcelona, também Espanha, as beatas Maria do Carmo Zaragoza Zaragoza e Maria Rosa Adrover Marti, virgens da Congregação das Dominicanas de Santa Catarina de Sena e mártires. († 1936)
  • Em Madrid, também na Espanha, o Beato Nicolau de la Torre Merino, religioso da Sociedade Salesiana e mártir. († 1936)
  • Em Gusen, localidade da Alemanha, o Beato Vladimiro Laskowski, presbítero e mártir.
santa lidia

Hoje 3 de agosto, Dia de Santa Lídia

Conhecida por sua hospitalidade e generosidade para com os necessitados.

Hoje, 3 de agosto, é uma data significativa para a devoção cristã, pois celebramos o Dia de Santa Lídia, uma mulher cuja vida é um testemunho poderoso de fé, empreendedorismo e generosidade.

Santa Lídia foi uma comerciante da cidade de Tiatira, na antiga Ásia Menor, conhecida por sua habilidade como tintureira e vendedora de tecidos. Apesar de estar envolvida em negócios, seu coração estava aberto para Deus, e ela buscava sinceramente compreender a mensagem do Evangelho.

Em um encontro providencial, Lídia cruzou o caminho com o apóstolo Paulo, que estava pregando o Evangelho na região. Foi através de sua pregação que o coração de Lídia se abriu para a Palavra de Deus. Ela foi batizada e se tornou uma das primeiras convertidas ao Cristianismo na Europa.

Santa Lídia era conhecida por sua hospitalidade e generosidade para com os necessitados. Ela usou sua posição como mulher de negócios bem-sucedida para apoiar a comunidade cristã, abrindo sua casa para encontros de adoração e reuniões de estudo da Palavra. Sua fé não apenas a inspirou a transformar sua própria vida, mas também tocou a vida daqueles ao seu redor.

Hoje, lembramos Santa Lídia como um exemplo inspirador de como podemos integrar nossa fé em todas as esferas de nossas vidas. Sua devoção a Deus não se restringia ao espaço de culto, mas transbordava em cada ação, tornando-a uma luz na escuridão para os outros.

Neste Dia de Santa Lídia, convido a todos a refletir sobre a importância de vivermos nossa fé de maneira autêntica, independentemente das circunstâncias ao nosso redor. Assim como Santa Lídia encontrou uma maneira de conciliar seus deveres comerciais com sua devoção espiritual, também podemos ser exemplos de amor, compaixão e generosidade em nossas próprias vidas diárias.

Que possamos seguir o exemplo de Santa Lídia em sermos empreendedores de fé, levando a mensagem de esperança e transformação a todos os que cruzam nosso caminho. Que seu legado nos inspire a vivermos com coragem, fé e amor incondicional pelo próximo.

Dia de Santo Eusébio de Vercelli

Hoje 2 de agosto celebremos o Dia de Santo Eusébio de Vercelli

Um exemplo inspirador de fé, caridade e dedicação ao próximo.

Hoje, 2 de agosto, é uma data especial para todos nós que admiramos e seguimos os ensinamentos dos santos. Neste dia, honramos a vida e o legado de Santo Eusébio de Vercelli, um exemplo inspirador de fé, caridade e dedicação ao próximo.

Santo Eusébio nasceu no século IV e tornou-se um dos grandes líderes da Igreja Católica da época. Sua missão era fortalecer a fé e propagar os valores cristãos em um período desafiador da história. Com sua sabedoria e amor incondicional por Deus, ele desempenhou um papel fundamental na expansão do Cristianismo, deixando um impacto duradouro em todos aqueles que o conheciam.

Hoje, mais do que nunca, a mensagem de Santo Eusébio ressoa com importância. Seu compromisso em auxiliar os necessitados, promover a paz e a justiça e defender a verdade são lições que podemos aplicar em nossas vidas diárias. Em um mundo tão complexo e acelerado, inspiramo-nos em sua simplicidade e autenticidade. Neste dia especial, vamos refletir sobre como podemos espalhar o amor e a compaixão em nossas comunidades.

Sejamos a luz para os outros, como Santo Eusébio foi em sua época. Vamos estender uma mão amiga aos que precisam, dedicar tempo para ouvir os que estão passando por dificuldades e compartilhar a mensagem de esperança que nos foi transmitida através dos ensinamentos de Jesus Cristo.

Que a fé e a devoção de Santo Eusébio de Vercelli nos inspirem a sermos pessoas melhores e a vivermos de acordo com os valores cristãos. Que possamos encontrar força e coragem em seu exemplo para enfrentar os desafios da vida com esperança e gratidão. Reflitamos sobre sua vida e suas ações neste Dia de Santo Eusébio de Vercelli.

Que sua intercessão nos guie e nos proteja em nossa jornada espiritual.

Reportagem: Libia Lopez