A Pastoral dos Migrantes da Diocese de Roraima informa com pesar que, o I Festival Mariano do 17/06/2023 será suspenso, devido ao luto pela passagem para céu de nosso querido Padre Mario.
Em breve informaremos a nova data do Festival. Agradecemos a compreensão de todos.
Padre Francisco Mário Ribeiro Castro faleceu na manhã desta quarta-feira, 14 de junho, em Boa Vista, capital de Roraima.
O sacerdote tinha 55 anos e serviu por 23 anos a Diocese de Roraima.
Foi ordenado sacerdote no estado de Roraima em julho de 1999 por Dom Aparecido, e ao longo de sua trajetória sacerdotal, deixou uma marca indelével na vida de muitas pessoas
Nos seus 23 anos de sacerdote, atuou como pároco da Igreja Catedral Cristo redentor, na paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Mucajaí, e nos últimos 7 anos e 10 meses, foi sacerdote na paróquia São Francisco das Chagas.
Em dezembro de 2022, foi nomeado administrador da diaconia missionária, assumindo a importante missão de auxiliar na transição da Área Missionária.
Na foto:Padre Mário Castro em pé, e ao seu lado direito Dom Evaristo (Bispo de Roraima), junto ao Padre Jefferson.
Em abril deste ano, Padre Mário foi empossado como Pároco da Paróquia São Jerônimo, uma das paróquias criadas a partir da diaconia.
O sacerdote deixa um legado inspirador de dedicação, amor ao próximo e fé inabalável. Sua partida repentina deixa um vazio imenso na comunidade religiosa e nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Neste momento de dor e luto, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e à comunidade religiosa que compartilham da tristeza causada por essa perda irreparável.
O velório e celebração das exéquias serão realizados na Catedral Cristo Redentor, em horários a serem confirmados, ainda hoje.
A missa de corpo presente será amanhã (15 de junho).
Que informamos a triste notícia do falecimento do padre Francisco Mário Ribeiro Castro, aos 55 anos de idade. o sacerdote era um dos padres diocesanos de Roraima e dedicou sua vida ao serviço religioso e ao bem-estar espiritual da comunidade.
Padre Mário foi ordenado sacerdote em julho de 1999 e ao longo de sua trajetória sacerdotal, deixou uma marca indelével na vida de muitas pessoas. Iniciou a 2010 na paroquia Consolata, iniciou a dia 17 de janeiro de 2011
Nos últimos oito anos, foi sacerdote na paróquia são Francisco da chagas e em dezembro de 2022, foi nomeado administrador da diaconia missionária, assumindo a importante missão de auxiliar na transição da área missionária.
Ultimo ícone que ele pintou foi da igreja de são Pedro
Em abril deste ano, padre Mário foi empossado como pároco da paróquia são Jerônimo, uma das paróquias criadas a partir da diaconia.
O sacerdote deixa um legado inspirador de dedicação, amor ao próximo e fé inabalável. Sua partida repentina deixa um vazio imenso na comunidade religiosa e nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Neste momento de dor e luto, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e à comunidade religiosa que compartilham da tristeza causada por essa perda irreparável.
Que deus, em sua infinita misericórdia, console a todos e dê forças para enfrentar esse momento difícil.
padre Mário, agradecemos por tudo que o senhor fez e representou.
que sua alma descanse em paz e sua luz continue a iluminar os caminhos daqueles que ficam, inspirando a seguir os ensinamentos do amor e da compaixão. Iniciou a obra 17 de janeiro 2011
A Sala de Imprensa do Vaticano divulgou hoje informações sobre o estado de saúde do Papa Francisco após a cirurgia na parede abdominal. Segundo o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, o quadro clínico do Papa está apresentando melhoras contínuas.
Após uma noite de repouso, a equipe médica relata que a recuperação está ocorrendo de forma regular e progressiva. O Papa Francisco já começou a se movimentar, passando a maior parte da manhã sentado em uma poltrona. Ele teve a oportunidade de ler jornais e realizar algumas atividades iniciais de trabalho.
A nota divulgada pela Sala de Imprensa na manhã de hoje também informou que o Papa teve uma noite tranquila, a segunda após a cirurgia. A equipe médica afirmou que os parâmetros hemodinâmicos e respiratórios estão estáveis, o que indica um pós-operatório regular.
Ontem, durante a Solenidade de Corpus Domini, o Papa recebeu a Eucaristia, demonstrando sua participação nas atividades religiosas mesmo durante a recuperação. Além disso, o Papa telefonou para a mãe de uma criança que ele mesmo havia batizado durante sua internação anterior, expressando seu agradecimento pelo apoio e carinho recebidos.
A recuperação do Papa Francisco é acompanhada de perto pela equipe médica, e as notícias até o momento são encorajadoras, demonstrando uma melhora gradual em seu quadro clínico.
O Bispo, religiosos e religiosas estiveram na manifestação Indígena contra a PL 490
Foi com cântico que os indígenas receberam Dom Evaristo Spengler, Bispo de Roraima, na concentração da manifestação contra o marco temporal, em Boa Vista.
O Bispo esteve junto a sacerdotes, religiosos e religiosas e com irmãs da Pastoral indigenista reafirmando a posição da Diocese de Roraima, contrária ao marco temporal e a favor da vida e direitos dos povos originários.
Direcionado aos indígenas Dom Evaristo diz que a igreja é aliada e parceira dos povos originários.
“Como igreja é necessário manter uma opção preferencial pelos povos indígenas. Somos aliados, somos parceiros, queremos caminhar juntos”, disse Dom Evaristo.
O Bispo ainda diz que esse marco temporal significa uma grande injustiça.
“O marco temporal significaria cometer uma grande injustiça, porque só aceitaria com direito ao território quando o indígena estava sobre a terra em 1988, quando foi promulgada a constituição”, disse o Bispo.
Dom Evaristo ainda reafirma que a igreja quer lutar contra todo projeto de morte. Cita o garimpo e diz que todo direito de vida deve ser preservada.
“O garimpo é um projeto de morte porque traz doença, violência, narcotráfico, a invasão dos territórios indígenas são violência.
Nós queremos que a vida seja garantida e preservada em todos os seu direitos”, finalizou o Bispo
Acabar com a demarcação de uma parte importante das terras indígenas, com o consequente aumento dos interesses econômicos sobre esses territórios com o avanço da monocultura, da exploração de madeira, da grilagem, da mineração, é o que está atrás do denominado Marco Temporal, uma questão de suma importância para os povos indígenas no Brasil, que ao longo da história viram como seus territórios foram roubados.
Diante disso, a Igreja católica, como vem fazendo há décadas e reforçou no Sínodo para a Amazônia, quer ser aliada desses primeiros habitantes, ajudá-los para que eles possam viver plenamente e com dignidade em seus territórios. O Marco temporal é uma tragedia para o Brasil, “porque nós acabamos desrespeitando a Constituição de 88”, denuncia dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho (RO) e presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), independentemente da data que for determinada. O texto da Constituição Federal de 1988 quis, segundo o arcebispo, “pagar essa dívida histórica com os povos originários, os povos tradicionais, do reconhecimento de seus direitos e seus territórios”.
Ele insiste em que “o Marco Temporal vai contra uma cláusula pétrea da Constituição brasileira, onde ninguém tem o direito de retirar aquilo que é próprio da Constituição, mesmo a Câmara dos Deputados”, denunciando que “a votação da Câmara é um retrocesso, que mostrou essa hostilidade contra os povos indígenas e pouco compromisso com a Constituição Federal, com esse compromisso de cuidar da casa comum”.
Mesmo assim, Dom Roque enfatiza que “a decisão da Câmara não é a última palavra, tem o Senado também, e nós confiamos plenamente que o Supremo Tribunal Federal vai seguir a tese do Indigenato, ou seja, os povos aqui viviam e antes da constituição do próprio Estado brasileiro, esses direitos são inalienáveis, não é possível mexer nesses direitos”. Um processo que conta com uma presença significativa de indígenas em Brasília para acompanhar a votação que retoma nesta quarta-feira.
Segundo o arcebispo de Porto Velho, essa “é uma situação que precisa ser resolvida no Brasil, para dar uma segurança jurídica para todos, seja para as famílias que estão colocadas em terras indígenas, mas também para as próprias comunidades indígenas. A Constituição previa aqueles cinco anos das normas transitórias da Constituição, que elas deviam ser reconhecidas, demarcadas e homologadas. O Estado brasileiro não cumpriu e agora voltasse contra a possibilidade de retirar os direitos dos povos originários”.
Seu presidente afirma que “o CIMI desde seu surgimento fez este compromisso de aliança com a causa indígena, e tivemos o momento auge, não só com um grande número de mártires, seja missionários, missionárias e lideranças indígenas, mas o momento auge foi o reconhecimento dos direitos indígenas nos artigos 231 e 232, e agora novamente um momento muito decisivo para a história do nosso país, a votação do Marco Temporal”. Ele insiste em que “por isso, o CIMI não pode arredar o pé dessa sua missão de estar junto com esses povos que historicamente sempre foram vistos como um atrapalho, um estorvo na história do Brasil, mas são os primeiros habitantes destas terras”.
Em uma perspectiva bíblica, Dom Roque diz que “um dia Deus vai nos perguntar como perguntou a Caim, onde está o teu irmão? Onde estão as populações indígenas que em 1500 eram quase 6 milhões e hoje o número é insignificante para este nosso país?”. Questionamentos que o levam a afirmar que “nós temos também essa responsabilidade de defender a vida. E defender a vida não é contra ninguém, e sobretudo defender o direito desses primeiros habitantes do país e juntamente com defender o direito deles, defender o direito de todos, sobretudo dos pobres”.
O problema maior, segundo o presidente do CIMI, “é que nós vivemos uma sociedade preconceituosa e discriminatória, e nós não estamos entendendo muitas mentiras em relação ao Marco Temporal”. Ele denuncia que “o Marco Temporal é uma criação onde os que detêm o poder querem impor sobre as comunidades indígenas essa data de 5 de outubro, quando foi promulgada a Constituição de 88 como o marco em que todas as comunidades deveriam estar em seus territórios”.
O motivo de ser contra isso está em que “até então, a população indígena no Brasil era tutelada, eles não tinham autonomia e eram conduzidos pela Fundação Nacional do Índio, que ia tirando de um lugar e colocando em outro, e os territórios deles iam sendo ocupados. E é por isso, que hoje é importante o reconhecimento desses direitos porque volto a dizer, essas populações já estavam aqui antes do surgimento do Estado brasileiro, antes da chegada dos europeus”, segundo Dom Roque Paloschi. “Os direitos são originários, são clausula pétrea da Constituição e nós não podemos ignorar isso”, concluiu o presidente do CIMI.
Produção: Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte1
Desde o dia 05 de junho representantes dos povos indígenas de Roraima se concentram na praça do Centro Cívico de Boa Vista, para manifestar sua indignação ao projeto de lei 490/207 sobre o marco temporal da demarcação das terras indígenas do Brasil.
A Diocese de Roraima, na pessoa de Dom Evaristo Spengler, Bispo de Roraima, os Sacerdotes, Religiosos e Religiosas e todos os cristãos e cristãs de boa vontade, estarão no centro cívico de Boa Vista para manifestar sua solidariedade aos Povos indígenas de Roraima, no dia 07 de junho, a partir das 09h:30 da manhã.
A Rádio Monte Roraima transmitirá ao vivo e pelas redes sociais.
Venha, participe e ore conosco a Cristo por este momento.
Boa Vista, Roraima – Em uma cerimônia repleta de emoções e alegrias, a Pastoral Familiar da comunidade Sant’Ana, localizada em Boa Vista, realizou um Casamento Comunitário que uniu sete casais em matrimônio. A celebração, marcada por um clima de amor e esperança, ocorreu no dia 27 de maio, na Igreja da Comunidade de Sant’Ana no Bairro Dr. Silvio Botelho. A iniciativa do Casamento Comunitário, organizada pela Pastoral Familiar, teve como objetivo fortalecer os laços familiares e promover a união entre casais que desejavam oficializar sua relação perante a igreja e a sociedade. O evento foi uma oportunidade única para os casais celebrarem o amor e receberem as bênçãos divinas em um momento tão especial.
Os sete casais, ansiosos e emocionados, trocaram votos de compromisso, selando assim seu amor e dedicação mútua diante de Deus e dos familiares e amigos presentes. A cerimônia, destacou a importância do matrimônio como uma instituição sagrada e a base para a formação de uma sociedade mais sólida. Familiares e amigos dos casais lotaram a Igreja de Sant’Ana, tornando o ambiente ainda mais acolhedor e festivo. A decoração foi cuidadosamente preparada, com arranjos florais e elementos simbólicos que representavam a união e a harmonia familiar. A coral da comunidade, escolheu a música especialmente para a ocasião, emocionou a todos os presentes.
O Casamento Comunitário também contou com a colaboração de voluntários da comunidade, que se dedicaram para que tudo ocorresse de forma impecável. O evento ressaltou a importância da família como base fundamental da sociedade, valorizando os laços afetivos e promovendo o respeito, a união e o compromisso mútuo. A Pastoral Familiar da comunidade Sant’Ana em Boa Vista, Roraima, reafirma seu compromisso de continuar apoiando e fortalecendo as famílias locais, oferecendo suporte espiritual e promovendo eventos como o Casamento Comunitário. Esse momento especial na vida dos sete casais reafirmou a importância do amor e do compromisso mútuo, inspirando outros casais a buscarem a felicidade conjugal e a construção de uma sociedade mais unida e solidária.
Reportagem e Fotos: Libia López, Setor Secretaría-Comunicação Pastoral Familiar San’Ana
João Batista Scalabrini, nasceu perto de Como, Itália, em 8 de julho de 1839. A sua família era humilde, honesta e cristã. Ele desejou tornar-se padre e entrou no seminário diocesano, no qual se distinguiu pela inteligência e perseverança. Foi ordenado sacerdote em 1863. Iniciou o apostolado como professor do seminário e colaborador em paróquias da região. Possuía alma de missionário, mas não conseguiu realizar sua vontade de ser um deles na Índia.
Scalabrini foi designado pároco da paróquia urbana de São Bartolomeu em 1871. Seu ministério foi marcante e priorizou a catequese da infância e da juventude. Atento aos inúmeros problemas sociais do seu tempo, escreveu vários livros e publicou até um catecismo.
Ao ser nomeado bispo de Piacenza, ficou surpreso. Tinha trinta e seis anos e lá permaneceu quase trinta como pastor sábio, prudente e zeloso. Reorganizou os seminários, cuidando da reforma dos estudos eclesiásticos. Foi incansável na pregação, administração dos sacramentos e na formação do povo.
Scalabrini, como excelente observador da realidade de sua época, fundou um instituto para surdos-mudos e uma organização assistencial para mulheres abandonadas das zonas rurais, pertencentes à sua diocese. Mas o trabalho que mais o instigou e para o qual não media esforços foi o que desenvolveu com os migrantes. Entre os anos de 1850 e 1900, foram milhões de europeus que deixaram seus lares e pátria em busca da sobrevivência. Para eles o bispo Scalabrini criou a Casa dos Migrantes.
Um dia, ele estava na estação ferroviária e viu centenas de migrantes esperando, com suas trouxas, o trem que os levaria ao porto de embarque. A situação de pobreza e abandono desses irmãos infelizes marcaram para sempre seu coração. Em seguida, Scalabrini recebeu uma carta de um emigrante da América do Sul, suplicando que um padre fosse para aquele continente, porque, como dizia, “aqui se vive e se morre como os animais”.
A partir daquele momento, Scalabrini foi o apóstolo dos italianos que abandonaram a própria pátria. Em 1887, fundou a Congregação dos Missionários de São Carlos Borromeu, conhecidos atualmente como padres scalabrinianos, para a assistência religiosa, moral e social aos emigrantes em todo o mundo, e criou a Sociedade São Rafael, um movimento leigo a serviço dos migrantes.
Ele próprio planejou e realizou viagens para visitar os missionários na América Latina, pois queria que estivessem estimulados e encorajados a dar a assistência religiosa e social aos emigrantes. Percebendo que sua obra não estava completa, em 1895 fundou a Congregação das Missionárias de São Carlos Borromeu, hoje das irmãs scalabrinianas, e concedeu reconhecimento diocesano às Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração, enviando-as para o trabalho com os emigrantes italianos do Brasil em 1900. Apesar de todo esse trabalho, jamais descuidou de sua diocese.
Scalabrini dizia que sua inspiração tinha origem na ilimitada fé em Jesus Cristo presente na eucaristia e na oferta dele na cruz. Morreu no dia 1o de junho de 1905, na cidade de Piacenza, Itália, deixando esta mensagem aos seus filhos e filhas: “Levai onde quer que esteja um migrante o conforto da fé e o sorriso de sua pátria. Devemos sair do templo, se quisermos exercer uma ação salutar dentro do templo”. O papa João Paulo II beatificou-o com o título de “Pai dos Migrantes” em 1997.
“O que sacia e satisfaz a alma não é o muito saber, mas o sentir e saborear as coisas internamente…”
(Exercícios Espirituais de Santo Inácio, anotação 2).
No dia 26 de maio, na Sala de Reuniões do Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR), o Núcleo Apostólico Roraima acolheu a Dom Evaristo Spengler, novo bispo da Diocese. O Núcleo Apostólico é uma rede formada pelas diversas obras da Companhia de Jesus, por serviços diocesanos confiados aos jesuítas e congregações parceiras.
Nossa reunião começou com a mística inicial motiva por Maria Correa, da Pastoral Universitária (PU), que nos motivou a rezar desde a o Cântico de Maria, Magnificente, e nos finais cada um foi completando a frase minha alma engrandece ao Senhor porque olhou para sua serva, para os povos indígenas, para os migrantes, para a comunidade universitária, para nossa diocese.
Na sequência houve a apresentação dos participantes, acolhida de Dom Evaristo e uma introdução do que é o Núcleo Apostólico Roraima, suas obras e locais de atuação, enfatizando que a Companhia de Jesus completa 15 anos de atuação em Roraima, chegando no dia 2 de maio na cidade de Bonfim. Em seguida, o padre Silas Silva sj, coordenador do Núcleo Apostólico convidou o padre Pedro Evangelista a apresentar a Área Missionária do Bonfim, com as suas 6 comunidades e diversas pastorais, além da atuação das irmãs Missionárias de Santa Teresinha.
Contamos também com a presença da senhora Ana Ribeiro, Wapichana, da Missão Indígena Serra da Lua; profa. Antonia Costa, Maria Correa e pe. Silas Silva da Pastoral Universitária; da Flávia Reis e Francisco Silva do SJMR; Jose Romero, Daniele Campos, Fagner Almeida, Suzana Pereira, Marielys Briceno da Fundação Fé e Alegria; irmã Liliane Díaz, da Congregação das Irmãs Missionárias Mãe do Divino Pastor, de carisma franciscano e inaciano; e Silvia Tavares, da Associação Maria Ana Mogas e da Fundação Fé e Alegria.
Ao mesmo tempo que escutava a cada apresentação, Dom Evaristo ia interagindo, buscando conhecer ainda mais o trabalho realizado por cada instituição e pastoral. No final agradeceu o trabalho que a Companhia realiza em favor dos pobres, migrantes, indígenas, das comunidades eclesiais e ficou muito feliz por encontra uma Igreja diocesana viva, atuante e comprometida com os mais pobres e vulneráveis. E motivou as todos a seguir a diante.
Para Fagner, coordenador da Casa Passagem pe. Jose María Vélaz, o encontro com Dom Evaristo foi “um encontro de informações com os parceiros que trabalham com os que mais necessitam, como migrantes e indígenas”.
Para Suzana Pereira, Coordenadora do Serviço de Acompanhamento ao Empreendedor Fé e Alegria – SAEFA, foi um “momento de muito aprendizado e de suma importância poder compartilhar um pouco dos nossos serviços que são disponibilizados a população vulnerável”.
Para Francisco Silva, do SJMR, “Dom Evaristo trouxe consigo uma oportunidade valiosa para compartilharmos e reconhecermos o compromisso das instituições da Igreja em promover a justiça social e o cuidado com os mais vulneráveis em nossas comunidades”.
Para o coordenador do Núcleo Apostólico e assessor da PU Roraima, pe. Silas Silva, foi uma oportunidade de compartilhar com Dom Evaristo Spengler a contribuição que a Companhia de Jesus vem oferecendo aos participantes das nossas obras e serviços, de modo particular aos indígenas, migrantes, jovens, mulheres e aos mais vulneráveis”.
Concluímos nossa reunião agradecendo a presença de Dom Evaristo Spengler e dos colaborares, colaboradores, parceiros e parcerias de missão. As obras também aproveitaram para entrar lembras que representam um pouquinho da atuação de cada uma.