Roraima está representado na Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude 2023

Foto: Riciere Castro/ Colaboração: Kayo Granbel

 “ANPJ: 50 anos de Resistência e Missão, com o grupo de jovens fazendo florescer vida nesse chão”, esse é o tema da Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude, que celebra os 50 anos do movimento.

A ANPJ teve início no último domingo (8), na Catedral São Francisco Xavier, com a Santa Missa presidida pelo Bispo de Joinville Dom Francisco Bach. A celebração foi concelebrada pelo Bispo referencial para as juventudes Dom Amilton da Silva, Bispo da Diocese de Guarapuava-PR, e demais sacerdotes presentes na delegação da ANPJ de Joinville.

O Evento reúne jovens de todo o Brasil para orar, celebrar e decidir os próximos passos que a Pastoral deve seguir. O encontro é sediado na cidade de Joinville, em Santa Catarina, e tem representantes de Roraima.

A Coordenadora Estadual da PJ, Geslane Dourado, fala da alegria de representar a PJ de Roraima:

 “É uma coisa muito gratificante estar representando o estado de Roraima nas terras de Santa Catarina. E deixo aqui um abraço a todos vocês”.

No encontro, a coordenadora também fez memória à Irmã Telma Lage, que ajudou muito a Pastoral local e que faleceu em Junho de 2021, vitima da Covid-19.

 “Aqui em uma mesa de memórias, a gente lembra de pessoas que caminharam com a gente e de pessoas que fizeram a diferença, eu faço a memória da Irmã Telma Lage, uma pessoa muito querida por todos da Diocese de Roraima”, finalizou

A Ampliada Nacional da Pastoral da Juventude segue até o próximo domingo, 15 de Janeiro.

Novenário de São Sebastião inicia nesta quarta-feira (11)

Inicia nesta quarta-feira (11), às 18h30, o novenário de São Sebastião. Até o dia 20 de janeiro, dia do santo, a comunidade preparou uma programação especial que inclui batizados, procissão, missa campal e bingo.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. 

O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.

Oração

“ São Sebastião que foste flechado pelo povo, mas também pelo amor divino, colocai em nós essa ferida de amor que não sara e não se cansa de procurar o amado de nossas vidas até às últimas consequências. amém”

São Sebastião, rogai por nós!

Confira a programação dos festejos de São Sebastião

Novenário:

11 a 19 de janeiro: 18h30

Batizados:

15 de janeiro 08h

Dia de São Sebastião –20 de janeiro

Procissão : 17h

Missa Campal 18h

Quermesse após a missa

Informações: 98405-4703 / 99132-3015

Papa na Epifania: encontrar a grandeza na pequenez que Deus tanto ama

Papa na Epifania

“Todos somos chamados por Jesus, todos podemos discernir a sua presença, todos podemos experimentar as suas surpresas”. São palavras do Papa Francisco no Angelus desta sexta-feira, dia 6 de janeiro, Dia dos Reis Magos

Jane Nogara – Vatican News

No Angelus da Solenidade da Epifania, (06/12) o Papa Francisco fala-nos dos Reis Magos que chegando a Belém, oferecem a Jesus ouro, incenso e mirra. Porém continua o Papa, poderíamos dizer que eles, antes de tudo, recebem três dons: três dons preciosos que dizem respeito também a nós.

Chamado

O primeiro é “o dom do chamado”. “Os Magos”, continua, “deixaram-se maravilhar e disturbar pela novidade da estrela e partiram rumo ao que não conheciam”. Recordando que sendo cultos e sábios, fascinaram-se mais pelo que não sabiam do que pelo que sabiam. “Eles se sentiram chamados a ir além”. E Francisco nos esclarece: “somos chamados a não nos contentarmos, a buscar o Senhor saindo da nossa zona de conforto, caminhando em direção a Ele com os outros, mergulhando-nos na realidade”.

Discernimento

O segundo dom que os Magos nos falam, continua o Papa, é o do discernimento. E explica que foram ao encontro do rei Herodes, e percebendo que este queria usá-los, não se deixaram enganar. “Sabem fazer a distinção entre a meta do percurso e as tentações que encontram pelo caminho”, reiterando em seguida: “Como é importante saber distinguir a meta da vida das tentações do caminho!”.

“O discernimento é um grande dom, e nunca se deve cansar de pedi-lo na oração. Peçamos esta graça!”

Surpresa

Por fim, os Magos falam-nos de um terceiro dom: a surpresa. “Depois de uma longa viagem, o que esses homens de alto nível social encontram? Uma criança com sua mãe, certamente uma cena terna, mas não surpreendente!”. E sugere que talvez esperassem um Messias poderoso e prodigioso, e encontram uma criança. “No entanto”, continua, “não pensam ter se enganado, sabem reconhecê-lo. Acolhem a surpresa de Deus e vivem com encanto o encontro com Ele, adorando-o: na pequenez reconhecem o rosto de Deus”.

O dom de saber encontrar a grandeza na pequenez

Por fim Francisco afirma “Humanamente todos somos inclinados a buscar a grandeza, mas é um dom saber encontrá-la verdadeiramente: saber encontrar a grandeza na pequenez que Deus tanto ama. Porque o Senhor se encontra assim: na humildade, no silêncio, na adoração, nos pequenos e nos pobres”.

“Todos somos chamados por Jesus, todos podemos discernir a sua presença, todos podemos experimentar as suas surpresas.”

Hoje seria belo recordar estes dons, que já recebemos: recordar quando percebemos na vida um chamado de Deus; ou quando, talvez depois de tanto esforço, conseguimos discernir sua voz; ou ainda, a uma surpresa inesquecível que Ele nos fez, deixando-nos maravilhados.

O adeus a Bento XVI: “Pai, nas tuas mãos entregamos o seu espírito”

Bianca Fraccalvieri – Vatican News

A cidade de Roma amanheceu encoberta por uma forte neblina, que impedia até mesmo de ver a cúpula da Basílica Vaticana, diante da qual milhares de fiéis se reuniram para o funeral do Papa emérito Bento XVI.

As imagens remetem a abril de 2005, quando o mundo se despediu de São João Paulo II: o caixão de madeira, simples, posicionado diante do altar, sobre o qual foi apoiado o Evangelho aberto. Ao ser depositado no chão, recebeu um beijo do seu então secretário particular Dom Georg Gänswein. Estima-se que cerca de 50 mil pessoas participaram do funeral, entre as quais inúmeras autoridades e chefes de Estado. Celebraram com o Pontífice, além do cardeal-decano Giovanni Battista Re no altar, mais de 120 cardeais,  400 bispos e quase quatro mil sacerdotes.

O funeral seguiu o protocolo de um Papa reinante, com algumas modificações. Na homilia, o Papa comentou a leitura extraída de Lucas 23, 46, de modo especial a seguinte frase: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito».

“São as últimas palavras que o Senhor pronunciou na cruz; quase poderíamos dizer, o seu último suspiro, capaz de confirmar aquilo que caraterizou toda a sua vida: uma entrega contínua nas mãos de seu Pai. Mãos de perdão e compaixão, de cura e misericórdia, mãos de unção e bênção.”

Francisco nomeou Bento uma única vez, no final, mas as referências são extraídas de textos do Papa emérito: a Encíclica “Deus caritas est”, a homilia na Missa Crismal de 2006 e a missa do início do seu pontificado.

Citações que traçam o perfil do seu pastoreio, que se deixou cinzelar pela vontade do Pai, carregando aos ombros todas as consequências e dificuldades do Evangelho até ao ponto de ver as suas mãos chagadas por amor. Até ao ponto de fazer palpitar no próprio coração os mesmos sentimentos de Cristo Jesus de dedicação agradecida, orante e sustentada pela consolação do Espírito.

Foram essas três “dedicações” explanadas por Francisco.

Dedicação agradecida feita de serviço ao Senhor e ao seu Povo que nasce da certeza de se ter recebido um dom totalmente gratuito. Dedicação orante, que se plasma e aperfeiçoa silenciosamente por entre as encruzilhadas e contradições que o pastor deve enfrentar e o esperançado convite a apascentar o rebanho. Como o Mestre, carrega sobre os ombros a canseira da intercessão e o desgaste da unção pelo seu povo, especialmente onde a bondade é contrastada e os irmãos veem ameaçada a sua dignidade. Dedicação sustentada pela consolação do Espírito, que sempre o precede na missão e transparece na paixão de comunicar a beleza e a alegria do Evangelho.

“Também nós, firmemente unidos às últimas palavras do Senhor e ao testemunho que marcou a sua vida, queremos, como comunidade eclesial, seguir as suas pegadas e confiar o nosso irmão às mãos do Pai: que estas mãos misericordiosas encontrem a sua lâmpada acesa com o azeite do Evangelho, que ele difundiu e testemunhou durante a sua vida.”

Para Francisco, Bento XVI cultivou a consciência do pastor que não pode carregar sozinho aquilo que, na realidade, nunca poderia sustentar sozinho e, por isso, soube abandonar-se à oração e ao cuidado do povo que lhe está confiado.

É o Povo fiel de Deus que, congregado, acompanha e confia a vida de quem foi seu pastor. E o faz com o perfume da gratidão e o unguento da esperança, com a mesma unção, sabedoria, delicadeza e dedicação que o Papa emérito soube dispensar ao longo dos anos.

“Queremos dizer juntos: «Pai, nas tuas mãos entregamos o seu espírito». Bento, fiel amigo do Esposo, que a tua alegria seja perfeita escutando definitivamente e para sempre a sua voz!”

Bento XVI: uma onda de afeto e de oração, cerca de 135 mil já prestaram homenagem

Fiéis de todas as nacionalidades continuam, em fila de modo ordenado, a entrar na Basílica de São Pedro. Uma oração, uma saudação ou um simples olhar para Bento XVI. Nesta quarta-feira (04), das 7h às 19h outros fiéis poderão homenageá-lo, é o último dia em que o corpo do Papa Emérito será exposto à devoção dos fiéis. Parte da Praça de São Pedro foi colocada à disposição das emissoras que filmarão o funeral na quinta-feira (5), celebrado pelo Papa Francisco. Espera-se a chegada de autoridades de todo o mundo e cerca de 70 mil participantes.

Os agradecimentos do mundo a Bento XVI

E da penumbra da Basílica Petrina, da mesma forma ordenada, as pessoas saem lentamente, muitos com os olhos brilhantes, em suas mentes talvez as últimas palavras proferidas por Bento XVI, “Senhor, eu te amo”, sinal e luz do ministério sacerdotal, pastoral e papal que acompanhou toda a vida de Joseph Ratzinger.

“Obrigado Papa Bento”

A emoção não impede que as pessoas que foram fazer a última homenagem ao Emérito comuniquem seus sentimentos. Nas entrevistas feitas pela Rádio Vaticano – Vatican News, há quem agradeça ao Senhor por nos ter dado Bento XVI, há quem chegou ao Vaticano em espírito de peregrinação: todos em um dia, das cidades italianas e do mundo inteiro, só para dizer obrigado a Joseph Ratzinger. E há também os que querem pedir perdão ao Papa Emérito por não ter compreendido completamente sua mensagem quando ele era Pontífice, uma mensagem posteriormente redescoberta através de seus escritos. Certamente – este é o pensamento comum – que o magistério continuará a ensinar muito, mesmo agora que Bento XVI voltou à casa do Pai.

Por: Giancarlo La Vella – Vatican News

Diocese de Roraima realiza missa em sufrágio ao papa emérito Bento XVI

Celebração inicia às 19h desta quarta-feira

Nesta quarta-feira, 04, a Diocese de Roraima realiza uma missa em sufrágio ao papa emérito Bento XVI, falecido no último dia 31 de dezembro. A programação será às 19h na Matriz de Nossa Senhora do Carmo, no centro da capital Boa Vista.

Padre Lúcio Nicolleto, administrador diocesano, deu mais detalhes sobre a celebração:

“Gostaríamos de participar de um momento de oração em sufrágio pela vida e alma dele, por isso convido a todos a comparecerem a missa pelo papa emérito Bento XVI na igreja matriz. Juntamos a nossa voz e a nossa oração por esse homem que deu toda a sua vida para a igreja, como uma dádiva de Deus. E queremos agradecer, e sobretudo pedir e guardar em nosso coração o grande legado que ele deixou.” Destacou Nicolleto.

O corpo de Bento XVI em exposição em São Pedro

Após um rito particular, os restos mortais do Papa Emérito foram transferidos na manhã de ontem, segunda-feira, do Mosteiro Mater Ecclesiae, para a Basílica de São Pedro, junto ao Altar da Confissão. O corpo do Papa emérito permanecerá no interior da Basílica por três dias, até o funeral no dia 5 de janeiro, na Praça São Pedro. Após a primeira entrada do presidente italiano Mattarella no dia de ontem cerca de 65.000 pessoas prestaram sua última homenagem a Joseph Ratzinger, que será enterrado nas Grutas do Vaticano, no local onde se encontrava o túmulo de João Paulo II. Até ao meio-dia desta terça seriam no total 100.000 os fiéis que passaram pela Basílica de São Pedro.

No dia 5 de janeiro, quinta-feira, dia do funeral presidido pelo Papa Francisco, são esperadas aproximadamente 50-60 mil pessoas.

A Rádio Vaticano – Vatican News transmite, ao vivo, como comentários em português a Santa Missa a partir das 5h30 da manhã, hora de Brasília.

“O Dicastério para a Comunicação, com o apoio dos Cavaleiros de Colombo, coloca à disposição dos meios de comunicação estruturas e links de áudio-vídeo para garantir a transmissão em mundo-visão da Missa fúnebre de Bento XVI, presidida pelo Papa Francisco”.

Papa recebe seleção argentina de futsal de baixa estatura, campeã da América e da Europa

O encontro privado no Vaticano aconteceu antes da Audiência Geral desta quarta-feira (26). A equipe venceu a Copa América em maio, no Peru, e se consagragou campeã da Eurocopa no último domingo (23), na Espanha. Os jogadores já foram reconhecidos na Argentina com títulos de mérito por ser o primeiro país a impulsionar a modalidade, promovendo a cultura de paz e de inclusão.

Parolin: o Papa no Bahrein, sinal de unidade e diálogo num momento trágico da história

O Papa estará no Reino de Bahrein de 3 a 6 de novembro. Visitará as cidades de Manama e Awali, onde participará do “Bahrein Forum for Dialogue: East and West for Human Coexistence”. Entre os principais eventos, a Santa Missa no Estádio Nacional de Bahrain e o encontro com os jovens na Escola do Sagrado Coração. O cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin, em entrevista ao L’Osservatore Romano e à Rádio Vaticano-Vatican News, reitera que “em um mundo caracterizado por tensões, contraposições, conflitos”, a visita do Papa e os eventos no Bahrein dos quais participará são “uma mensagem de unidade, de coesão e de paz”.

Massimiliano Menichetti

Eminência, Francisco será o primeiro Papa a visitar o Bahrein. Como nasceu esta visita?

A visita nasceu de um convite que o Rei do Bahrein fez ao Santo Padre, primeiro de modo mais informal e que depois se concretizou em uma carta pessoal. E também coincide com este Fórum de diálogo para a coexistência pacífica. Ao convite do Rei foi acrescentado o convite da Igreja local, na pessoa do administrador apostólico, dom Hinder. Gostaria também de aproveitar esta entrevista antes da visita do Papa para expressar minha profunda gratidão ao Rei e às autoridades do Bahrein, assim como à Igreja do Bahrein, por este convite e pelos preparativos que estão fazendo em vista da chegada do Santo Padre, pela acolhida que lhe reservarão.

Francisco, primeiro Papa no Bahrein: uma viagem marcada pela fraternidade

O Pontífice viajará para o pequeno arquipélago de 3 a 6 de novembro, a convite das autoridades civis e eclesiásticas. Participará do encerramento do “Fórum do Bahrein para o Diálogo” e terá outros seis compromissos públicos, o último dos quais um encontro de oração com a Igreja local. Esta é a 39ª viagem apostólica, confiada à intercessão de Maria. Matteo Bruni: mais um precioso passo no caminho de fraternidade nas relações com o mundo islâmico.

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Será a 39ª viagem apostólica do Papa, a quarta internacional deste ano, e pretende ser mais uma etapa preciosa de um caminho de fraternidade e de compreensão. Uma viagem no crescimento e intensificação das relações com o mundo islâmico e seus representantes. Foi assim que o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, apresentou a viagem de Francisco ao Bahrein, durante um encontro com os jornalistas. A ocasião é o “Bahrain Forum for Dialogue: East and West for Human Coexistence, (Fórum do Bahrein para o Diálogo: Oriente e Ocidente para a Coexistência Humana), um encontro inter-religioso desejado pelo Rei do pequeno arquipélago de 33 ilhas, Hamad bin Isa Al Khalifa, que se realizará nos dias 3 e 4 de novembro. O Papa participará do encerramento, mas chegará ao país já no dia 3 de novembro e lá permanecerá até do dia 6 de novembro.