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🗺️ Itinerário – Boa Vista – Surumu
ÔNIBUS 01 ⏰ Estacionamento em frente à igreja CATEDRAL – 04h30 ⏰ Igreja São João Batista – Caranã – 05h00
ÔNIBUS 02 1️⃣ 1ª Parada: Igreja São Bento (Liberdade) – 04h00 2️⃣ 2ª Parada: Igreja São José (Petrolândia) – 04h30 3️⃣ 3ª Parada: Igreja Santa Rosa de Lima – 05h00 4️⃣ 4ª Parada: Igreja São Raimundo Nonato – 05h30
O encontro reuniu coodernadores de coroinhas e acólitos para conhecer a realidade de cada paróquia e área missionária da diocese.
Na manhã deste sábado (22), no Santuário de Nossa Senhora Aparecida aconteceu a reunião de coordenadores de coroinhas e acólitos da Diocese de Roraima.
O encontro teve como objetivo partilhar e conhecer o trabalho que é realizado nas comunidades e propor uma coordenação diocesana, além de promover a comunhão entre paróquias, comunidades e áreas missionárias. Durante a reunião, foi apresentada a Comissão de Liturgia da diocese e representantes de cada comunidade.
Estiveram presentes coordenadores das paróquias Frei Galvão, Catedral, Consolata, Santos Arcanjos, São Mateus, São Jerônimo e São Francisco, bem como das áreas missionárias Sagrado Coração de Jesus, Matriz Nossa Senhora do Carmo, São Raimundo Nonato, Santa Rosa de Lima, São João Batista, área missionária do Cantá e Santuário de Nossa Senhora Aparecida.
Após 38 dias, o Papa Francisco deixa a Policlínica Gemelli.
Passaram-se 38 dias desde aquele 14 de fevereiro, quando o Papa Francisco deixou o Vaticano para ser hospitalizado na Policlínica Gemelli. Foram semanas complicadas para um paciente de 88 anos, acometido por pneumonia bilateral. Os boletins médicos não esconderam a gravidade da situação, as crises pelas quais passou e a complexidade de seu quadro clínico. No entanto, esses dias foram marcados, sobretudo, por uma enxurrada de orações em favor de sua recuperação: orações pessoais, orações comunitárias, terços e celebrações eucarísticas. Não apenas católicos e cristãos rezaram por Francisco. Mulheres e homens pertencentes a outras religiões também elevaram suas preces, e até mesmo aqueles que não têm fé enviaram-lhe pensamentos positivos e manifestações de carinho. Foi para esse povo em oração que a breve saudação de hoje foi desejada e concebida.
Vivemos com o Bispo de Roma esses longos dias de sofrimento. Esperamos, rezamos e nos emocionamos quando, no dia 6 de março, Francisco fez questão de agradecer, com sua voz fraca, aos fiéis que rezavam na Praça São Pedro e em tantos outros lugares do mundo. Sentimos alívio na noite de domingo, 16 de março, ao vê-lo pela primeira vez desde sua internação, ainda que de costas, rezando após concelebrar a missa na capela do décimo andar do Gemelli.
Foto: Yara Nardi/Reuters
Depois de tanta apreensão, mas também de tanta esperança e confiança no desígnio Daquele que nos dá a vida e pode chamá-la a qualquer momento, hoje o vimos novamente. Recebemos sua bênção no dia de seu retorno ao Vaticano. Do quarto do hospital, nas últimas semanas, Francisco lembrou que a vida vale a pena ser vivida em cada instante e que, a qualquer momento, pode ser-nos retirada. Houve também um lembrete de que o sofrimento e a fraqueza podem se tornar uma oportunidade para o testemunho evangélico, para anunciar um Deus que se fez homem, que sofre conosco e que aceitou ser aniquilado na cruz.
Agradecemos por dizer que, do quarto do hospital, a guerra parecia ainda mais absurda; por lembrar da necessidade de desarmar a terra e, portanto, não rearmá-la, enchendo os arsenais com novos instrumentos de morte; por rezar e oferecer seus sofrimentos pela paz, tão ameaçada nos dias de hoje.
Convida os Coordenadores dos Coroinhas e Acólitos – das Áreas missionárias e Páróquias para uma reunião de escuta. Com objetivo conhecer o trabalho que é feito nas comunidades, propor uma coordenação diocesana e um projeto de formação.
O encontro será:
📅 22 de março de 2025 ⏰às 10h00 Santuário de Nossa Senhora Aparecida 📍 Rua: Roberto Costa, 519 – Aparecida
Os vândalos arrombaram o templo, espalharam hóstias consagradas pelo chão e danificaram objetos litúrgicos.
Em um ato de vandalismo que gerou grande comoção entre os fiéis, a Comunidade Cristo Ressuscitado, da Área Missionária São Raimundo Nonato, no bairro Senador Hélio Campos, em Boa Vista, foi invadida e teve o sacrário profanado no sábado, dia 15. Os vândalos arrombaram o templo, espalharam hóstias consagradas pelo chão e danificaram objetos litúrgicos.
Em nota, o Bispo da Diocese de Roraima, Dom Evaristo Spengler, manifestou sua profunda tristeza diante do ocorrido. “Este ato de profanação não é apenas um ataque a um edifício, mas uma ofensa ao Corpo de Cristo, presente na Eucaristia, na comunidade dos fiéis e em toda a Igreja”, afirmou. Ele ressaltou que a Eucaristia é o “memorial da Morte e Ressurreição de Jesus”, símbolo máximo de unidade e amor entre os católicos.
Para reparar a ofensa, Dom Evaristo convocou uma Celebração Eucarística de desagravo, que ocorrerá nesta terça-feira (18), às 19h30, na Comunidade Cristo Ressuscitado, na Rua Caubi Brasil Magalhães, 2179, Bairro Senador Hélio Campos.
“Que o Senhor, que se oferece por nós no sacrifício eucarístico, nos conceda a graça de perdoar e de trabalhar incansavelmente pela construção de um mundo mais justo, fraterno e respeitoso para com os sagrados mistérios da fé”, declarou o Bispo.
A ministra da Eucaristia e coordenadora da comunidade, Eudení Silva Almeida, relatou a dor e o choque ao encontrar o local revirado. “Vivo na Comunidade Cristo Ressuscitado há 23 anos e já passamos por vários roubos, mas desta vez foi a pior de todas. Cheguei com o Alex e encontramos o sacrário no chão, a porta arrancada, a âmbula quebrada e as hóstias espalhadas. Me senti muito mal ao ver o Cristo no chão, sua casa violada, foi um vandalismo muito grande”, desabafou.
Nas redes sociais, fiéis manifestaram revolta e solidariedade à comunidade, lamentando o ato de desrespeito à fé católica. Até o momento não há informações sobre os autores ou suas motivações.
Comentários de fiéis na rede social, instagram da Diocese de Roraima.
A Diocese de Roraima, sob a intercessão de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da região, busca superar este momento com esperança e unidade. A reportagem segue apurando mais detalhes sobre o ocorrido.
NOTA DE DESAGRAVO – Pela profanação da Eucaristia.
Ao Povo de Deus da Diocese de Roraima
Com profunda tristeza no coração, compartilho com vocês um fato que enche a alma de dor e indignação. No último final de semana, quando a Igreja celebrava a Transfiguração do Senhor, vândalos invadiram a Comunidade Cristo Ressuscitado, da Área Missionária São Raimundo Nonato, em Boa Vista, profanando a Eucaristia. Romperam o sacrário, jogaram as hóstias consagradas e objetos litúrgicos pelo chão.
Este ato de profanação não é apenas o ataque a um edifício, mas uma ofensa ao Corpo de Cristo, presente na Eucaristia, na comunidade dos fiéis e em toda a Igreja. A Eucaristia é o sacramento do amor de Deus, o alimento que sustenta a nossa caminhada e o sinal da unidade da Igreja. “É memorial da Morte e Ressurreição de Jesus: sacramento da piedade, sinal de unidade e vínculo de caridade” (cf. SC, n. 47). Por isso, este gesto de violência e desrespeito fere profundamente o coração de todos nós, que amamos e veneramos a presença real de Cristo no Santíssimo Sacramento.
Neste momento de dor, convido a todos a nos unirmos em oração pela reparação desta ofensa e pela conversão daqueles que cometeram este ato. Além das orações que todos podemos fazer, convido padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas, enfim, todo o Povo de Deus para uma Celebração Eucarística hoje, terça-feira, 18 de março, às 19h30, como ato de desagravo a Jesus Sacramentado, nesta mesma Comunidade Cristo Ressuscitado, sito à Rua Caubi Brasil Magalhães, 2179, Bairro Senador Hélio Campos.
Que a Padroeira da nossa Diocese, Nossa Senhora do Carmo, interceda por nós ajudandonos a superar este momento difícil com fé e esperança. Que o Senhor, que se oferece por nós no sacrifício eucarístico, nos conceda a graça de perdoar e de trabalhar incansavelmente pela construção de um mundo mais justo, fraterno e respeitoso para com os sagrados mistérios da fé.
Que a bênção do Deus Misericordioso desça sobre todos, e de coração, peço que rezem por todo o povo de Deus que sofre com esta profanação.
+ Dom Evaristo Pascoal Spengler – Bispo da Diocese de Roraima
A Paróquia Frei Galvão está me festa junto com a Comunidade São José, e juntos rezaremos juntos:
▫️O tríduo dos dias 16 a 18 de março ( todos os dias as19:30); ▫️ Dia 19 de Março a grande festa litúrgica com a Santa Missa, às 19:30, presidida por nosso Pároco Padre Edmilson.
Vamos juntos nesse tempo quaresmal nos unir em oração pedindo a intercessão de São José.
Neste dia 11 de março 2025, iniciou- se o encontro para os novos missionários na prelazia. O encontro estava imbuído com a acolhida receptiva. Após o almoço a equipe sinodal acolheu a cada missionária (o).
Depois do momento de partilha e descanso, os missionários participaram de um momento de Espiritualidade, e de encontro com o Senhor que aqui chamou e enviou cada missionário a pisar neste chão Santo.
Dom Evaristo acolheu a cada missionário com muita alegria e expressou a gratidão a Deus pelos missionários que aqui estão. Fez um apanhado geral das divisões de áreas missionárias, indígenas, comunidades e paróquias pertencentes a Diocese de Roraima. Após um fala cheia de júbilo e esperança de nosso Pastor Dom Evaristo, irmã Sofia e ir. Mônica continuaram as orientações e encaminham para o encontro desta semana, apresentando o programa aberto a sugestões.
Padre Celso em seguida encaminhou a dinâmica de apresentação, onde cada missionário (a) se apresentaram, e juntos construíram a teia de aranha com novelo de barbante. Que rica a partilha e a experiência apresentada por cada um. Cada missionário como dom precioso de um Deus que ama partir da história e caminhada pessoal de cada missionário(a).
A noite os religiosos participaram da santa missa presidida por Dom Evaristo, que na alegria do seguimento convidou-os, a não termos medo de sermos profetas e levarmos até às últimas consequências a missão a qual foram chamados. Concluido o dia com o filme “pés de Peixe”, relatando a situações das comunidades indígenas.
Esteveram presentes as irmãs: Josiane Horta responsável pela CRB de Roraima, Ir. Antônia responsável pelo (SAV) Serviço de Aminação Vocacioal, que se dispuseram juntamente com a equipe sinodal acompanhar esse momento formativo para todos os missionários novos.
Durante os dias 07 a 09 de março, ocorreu a 1ª Assembleia das Pastorais Sociais da Diocese de Roraima, o encontro aconteceu na no Centro de Ciências Humanas da Universidade Federal de Roraima (UFRR).
Durante o encontro, o foco foi fortalecer a sinodalidade, promover a escuta mútua e planejar as ações pastorais para o próximo ano, reafirmando o compromisso da Igreja com as comunidades mais vulneráveis e com a construção de um futuro mais justo e solidário.
A luz do Evangelho e dos documentos da Igreja, foram eleitas três prioridades para os próximos 03 anos:
Formação Sócio Transformadora;
Artes, Culturas e Incidência Política;
Juventudes e Políticas Públicas.
Ao final da assembleia foi eleita a nova Coordenação das Pastorais Sociais:
Foi divulgada, nesta terça-feira (25/02), a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2025 intitulada “Caminhemos juntos na esperança”. Na mensagem para a Quaresma deste ano intitulada “Caminhemos juntos na esperança”, Francisco recorda que “caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja. Os cristãos são chamados a percorrer o caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos”.
Com o sinal penitencial das cinzas sobre as nossas cabeças, iniciamos na fé e na esperança a peregrinação anual da Santa Quaresma”, escreve Francisco, reiterando o convite da Igreja, mãe e mestra, a “preparar os nossos corações e a abrir-nos à graça de Deus para podermos celebrar com grande alegria o triunfo pascal de Cristo, o Senhor, sobre o pecado e a morte”. “Jesus Cristo, morto e ressuscitado, é o centro da nossa fé e a garantia da nossa esperança na grande promessa do Pai, já realizada n’Ele, Seu Filho amado: a vida eterna”.
“Nesta Quaresma, enriquecida pela graça do Ano Jubilar”, o Papa oferece algumas reflexões sobre “o que significa caminhar juntos na esperança” e evidencia “os apelos à conversão que a misericórdia de Deus dirige a todos nós, enquanto indivíduos e comunidades”.
Em primeiro lugar, caminhar. “O lema do Jubileu – “Peregrinos de Esperança” – traz à mente a longa travessia do povo de Israel em direção à Terra Prometida, narrada no livro do Êxodo: a difícil passagem da escravidão para a liberdade, desejada e guiada pelo Senhor, que ama o seu povo e sempre lhe é fiel. Não podemos recordar o êxodo bíblico sem pensar em tantos irmãos e irmãs que, hoje, fogem de situações de miséria e violência e vão à procura de uma vida melhor para si e para seus entes queridos”.
De acordo com Francisco, “aqui, surge um primeiro apelo à conversão, porque todos nós somos peregrinos na vida, mas cada um pode perguntar-se: como me deixo interpelar por esta condição? Estou realmente a caminho ou estou paralisado, estático, com medo e sem esperança, acomodado na minha zona de conforto? Busco caminhos de libertação das situações de pecado e falta de dignidade? Seria um bom exercício quaresmal confrontar-nos com a realidade concreta de algum migrante ou peregrino e deixar que ela nos interpele, a fim de descobrir o que Deus pede de nós para sermos melhores viajantes rumo à casa do Pai. Esse é um bom “exame” para o viandante”.
Caminhar juntos é esta a vocação da Igreja
“Em segundo lugar, façamos esta viagem juntos. Caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja. Os cristãos são chamados a percorrer o caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos”, ressalta o Pontífice. “Caminhar juntos significa ser tecelões de unidade, partindo da nossa dignidade comum de filhos de Deus; significa caminhar lado a lado, sem pisar ou subjugar o outro, sem alimentar invejas ou hipocrisias, sem deixar que ninguém fique para trás ou se sinta excluído. Sigamos na mesma direção, rumo a uma única meta, ouvindo-nos uns aos outros com amor e paciência”, escreve o Papa no texto.
De acordo com Francisco, “nesta Quaresma, Deus nos pede que verifiquemos se nas nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de olharmos apenas para as nossas próprias necessidades”.
O Papa nos convida a perguntar “diante do Senhor se somos capazes de trabalhar juntos a serviço do Reino de Deus, como bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e leigos; se, com gestos concretos, temos uma atitude acolhedora em relação àqueles que se aproximam de nós e a quantos se encontram distantes; se fazemos com que as pessoas se sintam parte da comunidade ou se as mantemos à margem. Este é o segundo apelo: a conversão à sinodalidade”.
Rumo à vitória pascal
Em terceiro lugar, Francisco nos convida a fazer “este caminho juntos na esperança de uma promessa. A esperança que não engana, mensagem central do Jubileu, seja para nós o horizonte do caminho quaresmal rumo à vitória pascal. Como o Papa Bento XVI nos ensinou na Encíclica Spe salvi, «o ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: “Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”». Jesus, nosso amor e nossa esperança, ressuscitou e, vivo, reina glorioso. A morte foi transformada em vitória e aqui reside a fé e a grande esperança dos cristãos: na ressurreição de Cristo!”
“Eis o terceiro apelo à conversão: o da esperança, da confiança em Deus e na sua grande promessa, a vida eterna”, escreve o Papa, convidando a nos perguntar: “Estou convicto de que Deus me perdoa os pecados? Ou comporto-me como se me pudesse salvar sozinho? Aspiro à salvação e peço a ajuda de Deus para a receber? Vivo concretamente a esperança que me ajuda a ler os acontecimentos da história e me impele a um compromisso com a justiça, a fraternidade, o cuidado da casa comum, garantindo que ninguém seja deixado para trás?”
Francisco conclui a mensagem, afirmando que “graças ao amor de Deus em Jesus Cristo, somos conservados na esperança que não engana. A esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura. Nela, a Igreja reza para que «todos os homens sejam salvos» e anseia estar na glória do céu, unida a Cristo, seu esposo. Que a Virgem Maria, Mãe da Esperança, interceda por nós e nos acompanhe no caminho quaresmal”.