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Biografia Padre Mário Castro

Padre Francisco Mário Ribeiro Castro nasceu no dia 26 de fevereiro de 1968, na cidade de Barra do Corda- Maranhão. E é filho de Nonato Castro e Raimunda Nonata Ribeiro Castro.

Chega em Boa Vista-Roraima na década de 80 com sua tia Dona Rosa para trabalhar.

Sua primeira morada foi no bairro 13 de setembro. E começa a participar da igreja do Imaculado Coração de Maria, e assim, junto à irmã Judite, inicia o caminho vocacional sacerdotal.

Em 1990, entra no seminário Nossa Senhora Aparecida. Padre Antonio Gioconde e depois o Padre Vitélio Pazi foram seus formadores.

Em fevereiro de 1991, junto com Revislande e Vanthuy, ingressam no seminário maior de São José em Manaus. Por lá, Mário trabalhou nas paróquias de São Francisco e Cristo libertador.

Foi ordenado Diácono e Sacerdote no dia 29 de novembro de 1998. E foi ordenado padre em 11 de Junho de 1999 é o 3º padre diocesano da Diocese de Roraima ordenado por Dom Aparecido José Dias.

Após ser ordenado, Padre Mário vai para sua primeira experiência como cooperador, na paróquia da Catedral e na diaconia missionária São Bento, onde ajudava os Frades Franciscanos.

A primeira experiência como Pároco foi nomeado para Aréa Santa Rosa de Lima e logo apos assumiu a Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Mucajaí, onde fica por 3 anos e meio.

Dom Aparecido José Dias, o transfere para Boa Vista onde assume a área missionária santa rosa de Lima e depois a Paróquia Nossa Senhora da Consolata. A partir daí, inicia seus trabalhos artísticos.

No bispado de Dom Roque Paloschi, Padre Mário é transferido para a Paróquia de São Francisco.

E nas comunidades São Mateus, Santo André e São Paulo Apostolo deixa sua marca da arte Bizantina e Iconográfica, na qual se especializou no Centro de Iconografia Russa em Porto Alegre-RS.

Em dezembro de 2022, foi nomeado administrador da diaconia missionária São Bento.

E em abril deste ano, Padre Mário foi empossado como Pároco da nova Paróquia de São Jerônimo, uma das paróquias criadas a partir da diaconia.

Fez mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Católica de Recife.

Também teve um papel importante na educação roraimense.

Foi professor na Escola Camilo Dias e na Escola Padre Padre José Monticone em Mucajaí. Ainda fez parte da equipe de formação de professores da Secretaria Estadual de Educação.

Em tempo mais recente foi assessor da Pastoral Familiar, da Pastoral do dízimo entres outras pastorais e movimentos na diocese.

Padre Mário faleceu no dia 14 de junho de 2023, na cidade de Boa Vista e foi sepultado no dia 15 de junho de 2023, no cemitério Nossa Senhora Imaculada Conceição.

Aos 55 anos, morre Padre Mário

Padre Francisco Mário Ribeiro Castro faleceu na manhã desta quarta-feira, 14 de junho, em Boa Vista, capital de Roraima.

O sacerdote tinha 55 anos e serviu por 23 anos a Diocese de Roraima.

Foi ordenado sacerdote no estado de Roraima em julho de 1999 por Dom Aparecido, e ao longo de sua trajetória sacerdotal, deixou uma marca indelével na vida de muitas pessoas

Nos seus 23 anos de sacerdote, atuou como pároco da Igreja Catedral Cristo redentor, na paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Mucajaí, e nos últimos 7 anos e 10 meses, foi sacerdote na paróquia São Francisco das Chagas.

Em dezembro de 2022, foi nomeado administrador da diaconia missionária, assumindo a importante missão de auxiliar na transição da Área Missionária.

Na foto: Padre Mário Castro em pé, e ao seu lado direito Dom Evaristo (Bispo de Roraima), junto ao Padre Jefferson.

Em abril deste ano, Padre Mário foi empossado como Pároco da Paróquia São Jerônimo, uma das paróquias criadas a partir da diaconia.

O sacerdote deixa um legado inspirador de dedicação, amor ao próximo e fé inabalável.
Sua partida repentina deixa um vazio imenso na comunidade religiosa e nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Neste momento de dor e luto, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e à comunidade religiosa que compartilham da tristeza causada por essa perda irreparável.

O velório e celebração das exéquias serão realizados na Catedral Cristo Redentor, em horários a serem confirmados, ainda hoje.

A missa de corpo presente será amanhã (15 de junho).

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Nota de pesar

Que informamos a triste notícia do falecimento do padre Francisco Mário Ribeiro Castro, aos 55 anos de idade. o sacerdote era um dos padres diocesanos de Roraima e dedicou sua vida ao serviço religioso e ao bem-estar espiritual da comunidade.

Padre Mário foi ordenado sacerdote em julho de 1999 e ao longo de sua trajetória sacerdotal, deixou uma marca indelével na vida de muitas pessoas. Iniciou a 2010 na paroquia Consolata, iniciou a dia 17 de janeiro de 2011

Nos últimos oito anos, foi sacerdote na paróquia são Francisco da chagas e em dezembro de 2022, foi nomeado administrador da diaconia missionária, assumindo a importante missão de auxiliar na transição da área missionária.

Ultimo ícone que ele pintou foi da igreja de são Pedro

Em abril deste ano, padre Mário foi empossado como pároco da paróquia são Jerônimo, uma das paróquias criadas a partir da diaconia.

O sacerdote deixa um legado inspirador de dedicação, amor ao próximo e fé inabalável. Sua partida repentina deixa um vazio imenso na comunidade religiosa e nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Neste momento de dor e luto, expressamos nossas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e à comunidade religiosa que compartilham da tristeza causada por essa perda irreparável.

Que deus, em sua infinita misericórdia, console a todos e dê forças para enfrentar esse momento difícil.

padre Mário, agradecemos por tudo que o senhor fez e representou.

que sua alma descanse em paz e sua luz continue a iluminar os caminhos daqueles que ficam, inspirando a seguir os ensinamentos do amor e da compaixão. Iniciou a obra 17 de janeiro 2011

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RECUPERAÇÃO DO PAPA FRANCISCO AVANÇA DE FORMA PROGRESSIVA APÓS CIRURGIA

A Sala de Imprensa do Vaticano divulgou hoje informações sobre o estado de saúde do Papa Francisco após a cirurgia na parede abdominal. Segundo o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, o quadro clínico do Papa está apresentando melhoras contínuas.

Após uma noite de repouso, a equipe médica relata que a recuperação está ocorrendo de forma regular e progressiva. O Papa Francisco já começou a se movimentar, passando a maior parte da manhã sentado em uma poltrona. Ele teve a oportunidade de ler jornais e realizar algumas atividades iniciais de trabalho.

A nota divulgada pela Sala de Imprensa na manhã de hoje também informou que o Papa teve uma noite tranquila, a segunda após a cirurgia. A equipe médica afirmou que os parâmetros hemodinâmicos e respiratórios estão estáveis, o que indica um pós-operatório regular.

Ontem, durante a Solenidade de Corpus Domini, o Papa recebeu a Eucaristia, demonstrando sua participação nas atividades religiosas mesmo durante a recuperação. Além disso, o Papa telefonou para a mãe de uma criança que ele mesmo havia batizado durante sua internação anterior, expressando seu agradecimento pelo apoio e carinho recebidos.

A recuperação do Papa Francisco é acompanhada de perto pela equipe médica, e as notícias até o momento são encorajadoras, demonstrando uma melhora gradual em seu quadro clínico.

 FONTE/CRÉDITOS: Vatican News

“COMO IGREJA, É NECESSÁRIO MANTER UMA OPÇÃO PREFERENCIAL PELOS POVOS INDÍGENAS”, DIZ DOM EVARISTO.

O Bispo, religiosos e religiosas estiveram na manifestação Indígena contra a PL 490

Foi com cântico que os indígenas receberam Dom Evaristo Spengler, Bispo de Roraima, na concentração da manifestação contra o marco temporal, em Boa Vista.

O Bispo esteve junto a sacerdotes, religiosos e religiosas e com irmãs da Pastoral indigenista reafirmando a posição da Diocese de Roraima, contrária ao marco temporal e a favor da vida e direitos dos povos originários.

 Direcionado aos indígenas Dom Evaristo diz que a igreja é aliada e parceira dos povos originários.

 “Como igreja é necessário manter uma opção preferencial pelos povos indígenas. Somos aliados, somos parceiros, queremos caminhar juntos”, disse Dom Evaristo.

O Bispo ainda diz que esse marco temporal significa uma grande injustiça.

“O marco temporal  significaria cometer uma grande injustiça, porque só aceitaria com direito ao território quando o indígena estava sobre a terra em 1988, quando foi promulgada a constituição”, disse o Bispo.

Dom Evaristo ainda reafirma que a igreja quer lutar contra todo projeto de morte. Cita o garimpo e diz que todo direito de vida deve ser preservada.

 “O garimpo é um projeto de morte porque traz doença, violência, narcotráfico, a invasão dos territórios indígenas são violência.

Nós queremos que a vida seja garantida e preservada em todos os seu direitos”, finalizou o Bispo

Dom Roque Paloschi: Marco Temporal, “o CIMI não pode arredar o pé dessa sua missão de estar junto com os povos indígenas”

Acabar com a demarcação de uma parte importante das terras indígenas, com o consequente aumento dos interesses econômicos sobre esses territórios com o avanço da monocultura, da exploração de madeira, da grilagem, da mineração, é o que está atrás do denominado Marco Temporal, uma questão de suma importância para os povos indígenas no Brasil, que ao longo da história viram como seus territórios foram roubados.

Diante disso, a Igreja católica, como vem fazendo há décadas e reforçou no Sínodo para a Amazônia, quer ser aliada desses primeiros habitantes, ajudá-los para que eles possam viver plenamente e com dignidade em seus territórios. O Marco temporal é uma tragedia para o Brasil, “porque nós acabamos desrespeitando a Constituição de 88”, denuncia dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho (RO) e presidente do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), independentemente da data que for determinada. O texto da Constituição Federal de 1988 quis, segundo o arcebispo, “pagar essa dívida histórica com os povos originários, os povos tradicionais, do reconhecimento de seus direitos e seus territórios”.

Ele insiste em que “o Marco Temporal vai contra uma cláusula pétrea da Constituição brasileira, onde ninguém tem o direito de retirar aquilo que é próprio da Constituição, mesmo a Câmara dos Deputados”, denunciando que “a votação da Câmara é um retrocesso, que mostrou essa hostilidade contra os povos indígenas e pouco compromisso com a Constituição Federal, com esse compromisso de cuidar da casa comum”.

Mesmo assim, Dom Roque enfatiza que “a decisão da Câmara não é a última palavra, tem o Senado também, e nós confiamos plenamente que o Supremo Tribunal Federal vai seguir a tese do Indigenato, ou seja, os povos aqui viviam e antes da constituição do próprio Estado brasileiro, esses direitos são inalienáveis, não é possível mexer nesses direitos”. Um processo que conta com uma presença significativa de indígenas em Brasília para acompanhar a votação que retoma nesta quarta-feira.

Segundo o arcebispo de Porto Velho, essa “é uma situação que precisa ser resolvida no Brasil, para dar uma segurança jurídica para todos, seja para as famílias que estão colocadas em terras indígenas, mas também para as próprias comunidades indígenas. A Constituição previa aqueles cinco anos das normas transitórias da Constituição, que elas deviam ser reconhecidas, demarcadas e homologadas. O Estado brasileiro não cumpriu e agora voltasse contra a possibilidade de retirar os direitos dos povos originários”. 

Seu presidente afirma que “o CIMI desde seu surgimento fez este compromisso de aliança com a causa indígena, e tivemos o momento auge, não só com um grande número de mártires, seja missionários, missionárias e lideranças indígenas, mas o momento auge foi o reconhecimento dos direitos indígenas nos artigos 231 e 232, e agora novamente um momento muito decisivo para a história do nosso país, a votação do Marco Temporal”. Ele insiste em que “por isso, o CIMI não pode arredar o pé dessa sua missão de estar junto com esses povos que historicamente sempre foram vistos como um atrapalho, um estorvo na história do Brasil, mas são os primeiros habitantes destas terras”.

Em uma perspectiva bíblica, Dom Roque diz que “um dia Deus vai nos perguntar como perguntou a Caim, onde está o teu irmão? Onde estão as populações indígenas que em 1500 eram quase 6 milhões e hoje o número é insignificante para este nosso país?”. Questionamentos que o levam a afirmar que “nós temos também essa responsabilidade de defender a vida. E defender a vida não é contra ninguém, e sobretudo defender o direito desses primeiros habitantes do país e juntamente com defender o direito deles, defender o direito de todos, sobretudo dos pobres”.

O problema maior, segundo o presidente do CIMI, “é que nós vivemos uma sociedade preconceituosa e discriminatória, e nós não estamos entendendo muitas mentiras em relação ao Marco Temporal”. Ele denuncia que “o Marco Temporal é uma criação onde os que detêm o poder querem impor sobre as comunidades indígenas essa data de 5 de outubro, quando foi promulgada a Constituição de 88 como o marco em que todas as comunidades deveriam estar em seus territórios”.

O motivo de ser contra isso está em que “até então, a população indígena no Brasil era tutelada, eles não tinham autonomia e eram conduzidos pela Fundação Nacional do Índio, que ia tirando de um lugar e colocando em outro, e os territórios deles iam sendo ocupados. E é por isso, que hoje é importante o reconhecimento desses direitos porque volto a dizer, essas populações já estavam aqui antes do surgimento do Estado brasileiro, antes da chegada dos europeus”, segundo Dom Roque Paloschi. “Os direitos são originários, são clausula pétrea da Constituição e nós não podemos ignorar isso”, concluiu o presidente do CIMI.

Produção: Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte1

Comunicado a toda a Diocese de Roraima

Carta ao Povo de Roraima

Desde o dia 05 de junho representantes dos povos indígenas de Roraima se concentram na praça do Centro Cívico de Boa Vista, para manifestar sua indignação ao projeto de lei 490/207 sobre o marco temporal da demarcação das terras indígenas do Brasil.

A Diocese de Roraima, na pessoa de Dom Evaristo Spengler, Bispo de Roraima, os Sacerdotes, Religiosos e Religiosas e todos os cristãos e cristãs de boa vontade, estarão no centro cívico de Boa Vista para manifestar sua solidariedade aos Povos indígenas de Roraima, no dia 07 de junho, a partir das 09h:30 da manhã.

A Rádio Monte Roraima transmitirá ao vivo e pelas redes sociais.

Venha, participe e ore conosco a Cristo por este momento.

Casamento Comunitário que uniu sete casais em matrimônio.

Boa Vista, Roraima – Em uma cerimônia repleta de emoções e alegrias, a Pastoral Familiar da comunidade Sant’Ana, localizada em Boa Vista, realizou um Casamento Comunitário que uniu sete casais em matrimônio. A celebração, marcada por um clima de amor e esperança, ocorreu no dia 27 de maio, na Igreja da Comunidade de Sant’Ana no Bairro Dr. Silvio Botelho.
A iniciativa do Casamento Comunitário, organizada pela Pastoral Familiar, teve como objetivo fortalecer os laços familiares e promover a união entre casais que desejavam oficializar sua relação perante a igreja e a sociedade. O evento foi uma oportunidade única para os casais celebrarem o amor e receberem as bênçãos divinas em um momento tão especial.


Os sete casais, ansiosos e emocionados, trocaram votos de compromisso, selando assim seu amor e dedicação mútua diante de Deus e dos familiares e amigos presentes. A cerimônia, destacou a importância do matrimônio como uma instituição sagrada e a base para a formação de uma sociedade mais sólida.
Familiares e amigos dos casais lotaram a Igreja de Sant’Ana, tornando o ambiente ainda mais acolhedor e festivo. A decoração foi cuidadosamente preparada, com arranjos florais e elementos simbólicos que representavam a união e a harmonia familiar. A coral da comunidade, escolheu a música especialmente para a ocasião, emocionou a todos os presentes.


O Casamento Comunitário também contou com a colaboração de voluntários da comunidade, que se dedicaram para que tudo ocorresse de forma impecável.
O evento ressaltou a importância da família como base fundamental da sociedade, valorizando os laços afetivos e promovendo o respeito, a união e o compromisso mútuo. A Pastoral Familiar da comunidade Sant’Ana em Boa Vista, Roraima, reafirma seu compromisso de continuar apoiando e fortalecendo as famílias locais, oferecendo suporte espiritual e promovendo eventos como o Casamento Comunitário.
Esse momento especial na vida dos sete casais reafirmou a importância do amor e do compromisso mútuo, inspirando outros casais a buscarem a felicidade conjugal e a construção de uma sociedade mais unida e solidária.


Reportagem e Fotos: Libia López, Setor Secretaría-Comunicação Pastoral Familiar San’Ana