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Padre Fred Opiyo Okumu Celebra 5 Anos de Dedicação e Serviço no Brasil

O Padre destacou a importância do acolhimento caloroso que encontrou em Roraima

Hoje, 20 de outubro, marca um marco significativo na vida do Padre Fred Opiyo Okumu, que comemora seu 5º aniversário desde sua ordenação sacerdotal. Sua jornada de fé o trouxe do Quênia para o Brasil, onde ele tem dedicado sua vida a servir a comunidade na Diocese de Roraima.

Padre Fred Opiyo Okumu ingressou no seminário em 2008, em sua terra natal, o Quênia. Sua formação religiosa e sacerdotal ocorreu ao longo de anos de estudo e reflexão em Nairobi, África. Após anos de dedicação, ele foi ordenado sacerdote em 2018 e começou sua missão na paróquia no Quênia, onde serviu por 9 meses.

No entanto, sua jornada o levou além das fronteiras de seu país natal. Em 2019, Padre Fred recebeu a missão de continuar seu trabalho no Brasil, especificamente na Diocese de Roraima. Desde setembro de 2019, ele tem servido com dedicação na Região Baixo Cotingo, Raposa do Sol, no município de Normandia, no estado de Roraima.

Em uma emocionante entrevista com a equipe de jornalismo da Radio Monte Roraima, Padre Fred compartilhou sua alegria e gratidão por seu serviço no Brasil. Ele declarou: “É uma grande alegria servir o povo como sacerdote, pois o povo aqui é bom e acolhedor. Sempre levo meu coração para onde quer que vá, servindo o povo de Deus.”

O Padre destacou a importância do acolhimento caloroso que encontrou em Roraima, bem como a dedicação da comunidade em sua missão religiosa. Seu serviço exemplar e compromisso com a fé têm deixado uma marca positiva nas vidas daqueles que ele toca, e a comunidade está imensamente grata por sua presença e orientação espiritual.

Neste 5º aniversário de ordenação, Padre Fred Opiyo Okumu é um testemunho inspirador de dedicação, amor e serviço à comunidade. Seu legado como sacerdote continua a crescer e prosperar, e seus ensinamentos e orientação espiritual continuam a iluminar o caminho daqueles que têm a sorte de conhecê-lo.

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Pastoral dos Migrantes recebe Palestra sobre Prevenção Contra o Tráfico de Pessoas

Oferecido pela Faculdade Estacio em parceria com a Rede Caritas

Na manhã de hoje, 19 de outubro,  foi realizado nas instalações da sede da Pastoral de Migrantes, abordando a questão crítica do tráfico de pessoas. A palestra teve como objetivo informar, sensibilizar e conscientizar o público sobre as diferentes situações de tráfico humano, como elas ocorrem nos dias de hoje, onde procurar ajuda e como denunciar. A iniciativa foi orientada por Mirlei Farias, professora do departamento de Psicologia da Faculdade Estácio, em parceria com a Rede Caritas e a Pastoral dos Migrantes.

Com um público atento, a palestra trouxe à tona um problema complexo e muitas vezes invisível, que afeta inúmeras pessoas em todo o mundo. O tráfico de pessoas é uma forma de exploração que envolve o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas por meio de ameaças, violência, engano ou coerção, visando à exploração. A turma Acadêmicos de Ppsicologia da Faculdade Estácio, que acompanhou com suas orientações foram:

  • Leandro Luiz de Castro
  • Elizia Lopes 
  • Thayna de Nazaré Borges Rodrigues 
  • Katiane de Jesus feitosa 
  • Silvia Letícia Ribeiro Lima
  • Alyne Yasmin Tamaia da Rocha 
  • Gabriel Contreira da Silva
  • Mayara Alves de Souza

Leando, parte da equipe, enfatizou a importância de conhecer as diferentes situações de tráfico de pessoas e os métodos utilizados por aqueles que exploram os vulneráveis. Ela afirmou: “A conscientização é a primeira linha de defesa contra o tráfico de pessoas. Precisamos estar atentos aos sinais, saber como podemos ajudar as vítimas e onde denunciar essas práticas abomináveis”.

A palestra também destacou a necessidade de fornecer informações claras sobre como as pessoas podem buscar ajuda e denunciar casos de tráfico de pessoas de maneira segura e eficaz. Organizações como a Rede Caritas e a Pastoral dos Migrantes desempenham um papel fundamental ao oferecer apoio às vítimas e trabalhar em estreita colaboração com as autoridades para combater o tráfico humano.

A ação de hoje exemplifica como a sociedade civil, instituições acadêmicas e organizações sem fins lucrativos podem se unir para abordar questões críticas e promover a conscientização em comunidades vulneráveis. A Pastoral de Migrantes e a Faculdade Estácio fomentam um ambiente de aprendizado e debate sobre o tráfico de pessoas, com o objetivo de proteger os mais vulneráveis e erradicar essa forma de exploração.

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Foi realizada a Assembleia Extraordinária da Cáritas Diocesana

Com o Lema: A caridade é simples Adorar a Deus e Servir aos outros.

Nos dias 14 e 15 de outubro, foi realizado no Colégio Claretiano de Boa vista, a Assembleia Extraordinária da Cáritas Diocesana. Esta reuniu a comunidade diocesana, membros, representantes de diversas áreas missionárias e pastorais em um encontro que promoveu a reflexão, o diálogo e o fortalecimento do trabalho humanitário e caritativo.

O evento teve início com um seminário aberto, que proporcionou um espaço para debates, reflexões e compartilhamento de experiências. Foi um momento de conexão, onde os participantes puderam aprender uns com os outros e fortalecer os laços que os unem como membros da Cáritas Diocesana. O seminário também teve um caráter místico, reforçando os valores espirituais que motivam o trabalho caritativo da organização.

Os convidados especiais desta assembleia trouxeram uma perspectiva enriquecedora para o evento. Entre eles, destacaram-se Dom Evaristo, Bispo de Roraima, e Dom Adolfo Zon, Bispo de Alto Salomões. Suas presenças demonstraram o apoio e o comprometimento da Igreja com as atividades da Cáritas Diocesana, incentivando a importância do serviço aos necessitados e o papel da organização no cumprimento dessa missão.

Além dos bispos, várias autoridades e membros da Rede Cáritas de Roraima e Cáritas Brasileira estiveram presentes, oferecendo uma visão ampla das ações e desafios que a Cáritas enfrenta em diferentes níveis. Essa troca de experiências e perspectivas enriqueceu as discussões e fortaleceu a rede de solidariedade que a organização representa.

O ponto culminante da Assembleia foi a discussão e aprovação das propostas do estatuto da Rede Cáritas. O estatuto é o documento que rege o funcionamento e as diretrizes da organização, e sua revisão e atualização são de extrema importância para garantir que a Cáritas continue a cumprir sua missão de aliviar o sofrimento dos mais vulneráveis. Essa fase do evento foi marcada por um ambiente de colaboração e participação ativa de todos os presentes.

Santa Margarida Maria Alacoque, Apóstola do Coração de Jesus

Origens

Santa Margarida Maria Alacoque nasceu em uma família rica da Borgonha, em 22 de julho de 1647. Seus pais eram católicos fervorosos, mas não o suficiente para permitir que uma de suas filhas se tornasse freira. No entanto, aos cinco anos, Margarida consagrou-se ao Senhor com um voto de castidade. Aos 24 anos, vencendo a resistência dos pais, pôde entrar na Ordem da Visitação fundada por São Francisco de Sales.

Zombada pelas irmãs

Margarida, ao fazer seus votos, acrescentou o nome de Maria por causa das visões que tinha. No entanto, rumores estão circulando, e muitas das freiras e suas superiores não acreditam nela ou até mesmo zombam dela, sugerindo que ela está doente ou louca. Entre as Visitandinas, porém, permanecerá por mais de vinte anos experimentando graças extraordinárias, mas também enormes penitências e mortificações que sempre enfrentará com um sorriso.

Um bom diretor espiritual

Caberá ao seu pai espiritual, o jesuíta Claude de la Colombière, reconhecer nela o carisma dos santos. Ele ordenar-lhe que relate suas experiências místicas no que será sua autobiografia, que chegou até nós. A princípio, ela resiste, depois, por obediência, ela concorda. Enquanto escrevia, continuava convencida de que estava fazendo isso apenas para si mesma, não percebeu o valor do que seria contando naquelas páginas.

“Meu coração se expandirá para espalhar abundantemente os frutos de seu amor sobre aqueles que me honram.”  (Santa Margarida Maria Alacoque)

O Sagrado Coração de Jesus

A partir de 1673, Santa Margarida Maria Alacoque começou a receber visitas de Jesus que lhe pedia uma devoção particular ao Seu Sagrado Coração, que lhe aparecia “radiante como um sol, com uma chaga adorável, rodeada de espinhos e encimado por uma cruz, deitado sobre uma trono de espinhos”. De sua história, emergirá a iconografia que conhecemos hoje. Pelo seu empenho à instituição da festa litúrgica do Sagrado Coração de Jesus, marcada para o oitavo dia depois do Corpus Christi, a freira também recebe uma grande promessa de Jesus: quem comungasse por nove meses consecutivos, na primeira sexta-feira do mês, receberia o dom da penitência final, ou seja, morrer recebendo os sacramentos e sem pecado. Jesus também pede que ela apele ao rei da França Luís XIV para consagrar o país ao Sagrado Coração, mas a santa não obtém resposta do soberano.

Páscoa

Jesus aparece a Santa Margarida Maria Alacoque por 17 anos, até o dia de sua morte, quando voltará a tomá-la pela mão. Ele a chama de “discípula amada”, comunica-lhe os segredos de seu coração e a torna participante da ciência do amor. Margarida Maria faleceu em 17 de outubro de 1690; graças a ela, no bairro de Montmartre, em Paris, entre 1875 e 1914, foi construído um santuário dedicado ao Sacre Coeur, consagrado em 1919. Beatificada por Pio IX, em 1864, foi canonizada por Bento XV em 1920.

Minha oração

“Assim como encontraste o coração de Jesus em tuas orações, dai a nós o mesmo privilégio e união com Ele, o mesmo amor que tivestes ao nosso redentor. Nesse Coração Santo, encontremos misericórdia e virtudes para nós, expiação dos pecados para os afastados de Deus. Amém!”

Santa Margarida Maria Alacoque, rogai por nós!

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Foi inaugurada a Casa da caridade ”Papa Francisco”

Novo Espaço de Solidariedade

No dia 13 de outubro, testemunhamos um evento notável para a nossa comunidade: a inauguração da Casa da Caridade Papa Francisco. Este projeto é uma manifestação do amor, compaixão e solidariedade que a nossa sociedade tanto precisa.

A Casa da Caridade consiste em dois blocos distintos e promete ser um farol de esperança e apoio para muitos. O primeiro bloco, denominado Casa da Caridade 1, encontra-se no antigo edifício das monjas beneditinas. O segundo bloco, a Casa da Caridade 2, abrangerá o espaço das pastorais sociais situado entre o Colégio São José e a Rádio Monte Roraima. Este espaço será o local de trabalho de diversas pastorais e movimentos dedicados a ajudar aqueles que mais precisam.

Nesta inauguração fizeram presença Dom Evaristo, Bispo de Roraima, Padre Luiz Botteon, Padre Lucio Nicoletto, Missionários, Autoridades e membros da comunidade diocesana, representantes de Igreja de Jesus Cristo Dom Pedro Edimilson Noguera e Dom Pedro Toledo. A Radio Monte Roraima FM fez cobertura completa, com apressentação da Rejane Silva, depois de momentos de historias da Casa da Caridade e animação, aconteceu o momento mais importante: a benção dos novos espaços com a presença de Dom Evaristo e Padre Lucio abençoando cada espaço da Casa da Caridade Papa Francisco.

Estão contemplados a trabalhar em conjunto as pastorais da comunidade diocesana. Cada uma dessas pastorais tem uma missão singular de auxiliar os mais vulneráveis em nossa sociedade, abordando desafios, a carência, a promoção da educação e da espiritualidade. Através desse novo centro de solidariedade, poderão ampliar suas ações e alcançar mais pessoas necessitadas.

Neste momento, mais do que nunca, é essencial que o povo diocesano se una em um esforço conjunto com as pastorais e movimentos. Juntos, podemos fazer a diferença e criar um impacto positivo em nossa comunidade. A Casa da Caridade Papa Francisco visa realizar um serviço verdadeiramente sinodal, seguindo o convite do Papa Francisco para que sejamos uma Igreja de compaixão e ação.

Este é um momento emocionante e de grande esperança para todos nós. A Casa da Caridade Papa Francisco é um símbolo de nossa capacidade de nos unir em prol dos mais necessitados. Que este seja o início de uma jornada de solidariedade e amor ao próximo, à medida que trabalhamos juntos para construir um mundo mais justo e acolhedor. Unidos, somos mais fortes e mais capazes de realizar grandes feitos.

Reportagem e fotos: Libia López

São Calisto I, Papa criador do cemitério da Via Ápia

Origens 

Romano de Trastevere, filho de escravos, São Calisto não teve vida fácil. Ele está sepultado com efeito na igreja de Santa Maria, em Trastevere, e não nas catacumbas que levam seu nome.

Administrador pouco habilidoso

O cristão Carpóforo, da família do imperador Cômodo, havia lhe confiado a administração dos bens da comunidade cristã. Não foi um hábil administrador e, descoberto um grande desfalque, Calisto fugiu.

Capturado em Óstia, a ponto de zarpar, foi condenado a girar a roda de um moinho. Carpóforo mostrou-se generoso, condenando-o a pagar o débito, mas a justiça seguiu seu curso. Foi condenado à flagelação, depois, deportado para as minas da Sardenha.

São Calisto I: de Condenado a Papa da Igreja 

A Liberdade

Libertado, o Papa Vítor ocupou-se pessoalmente dele — sinal de que Calisto desfrutava de certa fama, furto à parte. Para desviá-lo da tentação, fixou-lhe um ordenado. O sucessor Zeferino foi igualmente generoso: ordenou-o diácono e confiou-lhe a guarda do cemitério cristão na via Ápia Antiga (as célebres catacumbas conhecidas em todo o mundo com seu nome).

Missão: Cemitérios da Igreja

O Papa Zeferino, no entanto, o chamou de volta à Roma, confiando-lhe os cuidados dos cemitérios da Igreja. Assim começou a escavação do grande cemitério ao longo da Via Appia que leva seu nome. 

Eleito Papa

Com a morte de Zeferino, Calisto foi eleito Papa. Mas seu pontificado atraiu as inimizades de uma ala da comunidade cristã de Roma que o acusou falsamente de heresia.

Opositores

Ele teve muitos opositores entre os cristãos dissidentes de Roma e, justamente, de um escrito do líder desses cristãos separados, um antipapa. Por essa razão, temos quase todas as notícias sobre ele apresentadas, porém, de forma tendenciosa. Lemos que, antes de se tornar Papa, ele era escravo e fraudador. Tendo fugido para Portugal, foi preso e levado de volta a Roma, onde foi condenado a trabalhos forçados nas minas da Sardenha. Retornando a Roma por ocasião de uma anistia, ele foi enviado para Anzio. 

Páscoa

São Calisto coroou a vida com o martírio, como bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Mais tarde, deram-lhe sepultura honorífica no Cemitério de Calepódio, na Via Aurélia, junto do lugar do seu martírio. Assim se explica não ter sido enterrado na grande necrópole que ele próprio ampliara e onde foram enterrados São Zeferino e os Papas seguintes, na parte chamada precisamente Cripta dos Papas.

O Legado de São Calisto I 

A Construção da Cripta 

Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem à Roma são as catacumbas. Particularmente célebres e frequentadas são as de São Calisto, definidas pelo Papa João XXIII “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”. Numa área de mais de 120.000 m², com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existem não menos de 20 quilômetros de corredores. 

Importância da Cripta

Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuidou de sua realização, primeiro como diácono do Papa Zeferino, e depois como o próprio Papa. Mas além das dimensões, este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que ali foram sepultados, e particularmente célebres são a cripta de Santa Cecília e a contígua à dos papas, na qual foram sepultados o Papa Ponciano Antero, Fabiano entre outros.

Relíquia

O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na basílica de Santa Maria in Trastevere, que, construída por determinação do Papa Júlio, na metade do século IV, foi intitulada também de São Calisto. 

Minha oração

“Ao Papa santo e pastor da Igreja, rogai pelos fiéis espalhados pelo mundo e não os deixeis abandonados sem pastores. Atrai vocações para o seguimento radical de Cristo assim como novos sacerdotes. Que sejamos santos à imagem de Jesus, Bom pastor. Amém!”

São Calisto I, rogai por nós!

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Formação com o CEBI: Mulheres em Missão nas Comunidades Cristãs

Com o tema: O Que Somos, o Que Temos, o Que Queremos?

Um evento de formação está prestes a enriquecer as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) com uma perspectiva única e vital: a presença e a missão das mulheres. Organizado pelo Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), este encontro tem como tema “Mulheres em Missão nas Comunidades Cristãs – O Que Somos, o Que Temos, o Que Queremos?” e promete uma jornada profunda de reflexão e aprendizado. A data marcada é o dia 21 de outubro, e o local escolhido é o auditório da Paróquia São Jerônimo, localizada no Bairro Liberdade.

Empoderando as Mulheres nas CEBs

As Comunidades Eclesiais de Base têm sido fundamentais na construção e vivência da fé em comunidade. Agora, com este evento, as CEBs estão focando em empoderar ainda mais as mulheres, reconhecendo seu papel essencial na vida eclesial e na missão de suas comunidades.

A formação oferecerá espaço para reflexões profundas sobre o papel das mulheres nas CEBs. O que são, o que possuem e o que almejam alcançar? Essas questões serão exploradas de maneira aberta e inclusiva, incentivando o diálogo e a partilha de experiências entre as participantes.

Local de Encontro e Inscrições Abertas

O evento terá lugar no auditório da Paróquia São Jerônimo, situada no Bairro Liberdade.

As inscrições para a formação estão abertas e podem ser feitas através do link disponível https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc0pubCnbPlhutlgblNpN-Lhw0saAP1ozt7D7cjn4ct5HiVDg/viewform?usp=sf_link. É importante ressaltar que todas as mulheres interessadas em participar são bem-vindas, independentemente de sua afiliação religiosa ou da experiência nas CEBs.

O CEBI e seu Compromisso com a Formação

O Centro de Estudos Bíblicos (CEBI) tem uma longa tradição de promover formações enriquecedoras e críticas para a comunidade cristã. Sua missão é criar um espaço para o estudo da Bíblia e sua aplicação no contexto social, promovendo a justiça, a igualdade e o compromisso cristão com as comunidades mais vulneráveis.

A formação “Mulheres em Missão nas Comunidades Cristãs” é um exemplo do compromisso contínuo do CEBI com a educação e a promoção do diálogo entre as várias vozes da comunidade cristã.

Este evento promete ser uma oportunidade inspiradora para as mulheres das CEBs refletirem sobre seu papel e missão nas comunidades cristãs. É um chamado para todas as interessadas a se inscreverem e fazer parte deste dia de aprendizado e partilha. Juntas, as mulheres das CEBs podem fortalecer ainda mais suas comunidades e contribuir para um mundo mais justo e inclusivo.

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Outubro – Mês das Missões

Este mês missionário é um período de reflexão, oração e ação para a Igreja Católica.

O mês de outubro é um período especial para a Igreja Católica em todo o mundo, pois é o Mês Missionário. Esta tradição missionária tem raízes profundas na história da igreja e é uma oportunidade para os fiéis católicos refletirem sobre a importância da missão e da evangelização. O mês missionário não é apenas um tempo de oração, mas também um convite a compreender e viver a vocação missionária de cada cristão.

A origem deste mês dedicado à missão remonta ao Conselho Vaticano II, que marcou um momento de renovação e fortalecimento da consciência missionária na Igreja Católica. Foi a partir desse contexto que surgiu a necessidade de aprofundar o entendimento e o compromisso com a verdadeira vocação missionária. Assim, não se trata apenas de uma tarefa para alguns que saem de seus países em missão, mas de um chamado que se estende a todos os fiéis.

O mês de outubro se torna, portanto, um tempo dedicado a celebrar a missão universal da igreja e do povo de Deus. Neste período, cada comunidade cristã é convidada a unir-se espiritualmente a todos os missionários e missionárias que são enviados para anunciar o evangelho aos confins da Terra. Além disso, é um momento de reflexão sobre como cada um de nós pode ser um missionário em seu cotidiano, saindo de sua zona de conforto para servir o próximo.

Para o Dia Mundial das Missões deste ano, o Papa Francisco escolheu um tema inspirado na história dos discípulos de Jesus no Evangelho de Lucas, relacionando-o ao Ano Vocacional. O tema “Corações Ardentes, Pés a Caminho” é um lembrete do chamado missionário que todos os fiéis devem abraçar. O coração ardente simboliza o amor que todos são chamados a oferecer aos outros, enquanto os pés em movimento representam a missão confiada à igreja pelo Senhor ressuscitado: evangelizar todas as pessoas e todos os povos, até os confins da Terra.

”Este mês missionário é um período de reflexão, oração e ação para a Igreja Católica. É um convite para que todos os fiéis se sintam verdadeiros missionários em seu ambiente diário, levando a mensagem de amor e esperança a todos que encontram”, afirma a Irmã Antonia Storti.

Corações ardentes e pés a caminho – essa é a essência do chamado missionário, e é um lembrete para que todos possamos compartilhar o amor e a fé que recebemos com o mundo ao nosso redor. A missão é um chamado universal, e todos somos convidados a ser parte dela, espalhando a luz do evangelho aonde quer que vamos.

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MILHARES DE FIÉIS CELEBRAM A 39ª ROMARIA EM HONRA A NOSSA SENHORA APARECIDA EM RORAIMA

As comemorações começaram cedo, às 5h da manhã, com uma missa de abertura a um dia de atividades emocionantes.

No dia 12 de outubro, uma onda de fé e devoção tomou conta das ruas de Boa Vista, Roraima, à medida que milhares de fiéis se reuniram para participar da 39ª Romaria em honra a Nossa Senhora Aparecida. Este evento, que já se tornou uma tradição na região, é uma demonstração da profunda devoção do povo de Roraima à padroeira do Brasil.

A romaria teve início na Igreja Nossa Senhora da Consolata, e o coração de devoção peregrinou pelas ruas do centro de Boa Vista em direção à Reitoria de Nossa Senhora Aparecida. O evento, que começou as 19h, trouxe à tona uma atmosfera de espiritualidade, união e devoção.

Os participantes da romaria cantaram hinos religiosos e rezaram fervorosamente enquanto caminhavam. Velas acesas iluminavam o caminho, criando uma visão impressionante de devoção à medida que a procissão avançava pelas ruas. A devoção era evidente em cada rosto, cada gesto e cada palavra, tornando a romaria um momento verdadeiramente especial para os que a testemunharam e participaram.

O Bispo de Roraima, Dom Evaristo, presidiu a Missa Solene que marcou o encerramento da romaria. A cerimônia religiosa proporcionou um momento de profunda espiritualidade, onde os fiéis se reuniram para orar e refletir sobre sua fé. As palavras do bispo trouxeram conforto e inspiração para todos os presentes, reforçando a importância da devoção a Nossa Senhora Aparecida e da realização do santuario.

Essa romaria é um testemunho da força da fé e da unidade da comunidade de Roraima. Milhares de pessoas, de todas as idades,  histórias de vida, se reuniram para honrar Nossa Senhora Aparecida e demostrar seu compromisso espiritual.

À 39ª Romaria em honra a Nossa Senhora Aparecida chega ao fim, e fica claro que a devoção à padroeira do Brasil continua a desempenhar um papel significativo na vida e no coração das pessoas de Roraima. Este evento anual é mais do que uma celebração religiosa; é um lembrete da força da fé e da capacidade de unir as pessoas em torno de algo maior do que elas mesmas. Que a devoção a Nossa Senhora Aparecida continue a inspirar e fortalecer a comunidade de Roraima por muitos anos vindouros.

Beata Alexandrina Maria da Costa: Virgindade Preservada

Origens 

Alexandrina Maria da Costa nasceu em Balasar, Póvoa de Varzim, Arquidiocese de Braga, no dia 30 de março de 1904. Foi batizada no dia 2 de abril, um Sábado Santo. Foi educada cristãmente pela mãe, junto com a irmã Deolinda. Alexandrina viveu em casa até aos 7 anos. Depois, foi para uma pensão dum marceneiro na Póvoa de Varzim, a fim de frequentar a escola primária que não existia em Balasar. Fez a primeira comunhão na sua terra natal, em 1911, e, no ano seguinte, recebeu o sacramento da Crisma pelo Bispo do Porto.

Passados 18 meses, voltou a Balasar e foi morar com a mãe e a irmã na localidade do “Calvario”, onde irá permanecer até a morte.

Infância 

Robusta de constituição física, começou a trabalhar nos campos, equiparando-se aos homens e a ganhar o mesmo que eles. A sua infância foi muito viva: dotada de temperamento feliz e comunicativo, era muito querida pelas colegas. Aos 12 anos, porém, adoeceu: uma grave infecção (uma febre tifoide, talvez) colocou-a quase à morte. Superou a doença, mas a sua saúde ficou abalada para sempre.

Juventude 

Aos 14 anos aconteceu um fato que seria decisivo para a sua vida. Era Sábado Santo de 1918, e, nesse dia, ela, a irmã Deolinda e mais uma mocinha aprendiz estavam a trabalhar de costura, quando perceberam que três homens tentavam entrar na sala onde se encontravam. Embora estivessem fechadas, os três homens forçaram as portas e conseguiram entrar. 

Beata Alexandrina Maria da Costa: Virgindade Preservada

Conservação de sua Pureza 

Alexandrina, para salvar a sua pureza ameaçada, não hesitou em atirar-se pela janela, de uma altura de quatro metros. As consequências foram terríveis, embora não imediatas. De fato, as várias visitas médicas a que foi sucessivamente submetida diagnosticaram, cada vez com maior clareza, um fato irreversível.

Início do Sofrimento

Até os 19 anos, pôde ainda arrastar-se até a igreja, onde gostava de ficar recolhida, com grande admiração das pessoas. A paralisia foi avançando cada vez mais, até que as dores se tornaram insuportáveis; as articulações perderam qualquer movimento; e ela ficou completamente paralisada. Era o dia 14 de abril de 1925 quando a Beata Alexandrina Maria da Costa ficou definitivamente de cama. Ali haveria de passar os restantes 30 anos de sua vida.

“Jesus, você é um prisioneiro no Tabernáculo e eu estou em minha cama por sua vontade. Faremos companhia.”  (Beata Alexandrina Maria da Costa)

Vocação 

Até 1928 não deixou de pedir a Deus, por intercessão de Nossa Senhora, a graça da cura, prometendo que se sarasse partiria para as missões. Depois, compreendeu que a sua vocação era o sofrimento. Abraçou-a prontamente. 

São desse período os primeiros fenômenos místicos: Alexandrina iniciou uma vida de grande união com Cristo nos Tabernáculos, por meio de Nossa Senhora. Quanto mais clara se tornava a sua vocação de vítima, tanto mais crescia nela o amor ao sofrimento. Comprometeu-se com voto a fazer sempre o que fosse mais perfeito.

A Consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria

Desde 1934, orientada espiritualmente por um padre jesuíta, passou a escrever tudo quanto lhe dizia Jesus, durante seus êxtases contemplativos. Em 1936, segundo ela, por ordem de Jesus, pediu ao Papa a consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria. O pedido foi renovado várias vezes até 1941, quando, então, Alexandrina parou de escrever ao Papa e também em seu diário. A partir de 27 de março de 1942, deixou de alimentar-se, vivendo exclusivamente da eucaristia. No ano seguinte, passou a ser estudada por uma junta médica.

O diário

Em 1944, seu novo diretor espiritual, um padre salesiano, após constatar a profundidade espiritual a que tinha chegado, animou Alexandrina a voltar a ditar o seu diário; o que ela fez até a morte. No mesmo ano ela se inscreveu na União dos Cooperadores Salesianos, querendo colaborar com o seu sofrimento e as suas orações para a salvação das almas, sobretudo os jovens. Atraídas pela fama de santidade, muitas pessoas vindas de longe buscavam os conselhos da “rosa branca de Jesus”, como era também chamada pelos fiéis, que já veneravam em vida a “santinha de Balazar”.

Vivia em seu corpo as dores da Paixão 

A Paixão 

De sexta-feira, 3 de Outubro de 1938 a 24 de Março de 1942, ou seja por 182 vezes, viveu, em todas as sextas-feiras, os sofrimentos da Paixão: Alexandrina, superando o estado habitual de paralisia, descia da cama e com movimentos e gestos, acompanhados de angustiantes dores, repetia, por três horas e meia, os diversos momentos da Via Crucis.

Páscoa

Em 1950, Alexandrina comemora os 25 anos de sua imobilidade. Em 7 de janeiro de 1955, foi anunciado que este seria o ano de sua morte. No dia 12 de outubro, quis receber a unção dos enfermos. No dia 13 de outubro, aniversário da última aparição de Nossa Senhora em Fátima, ela foi ouvida exclamando: “Estou feliz, porque vou para o céu”. Às 19h30 ele faleceu.

Via de Santificação

Foi beatificada por João Paulo II, no Terceiro Domingo da Páscoa, 25 de abril de 2004. Durante a celebração eucarística, ocorreu a beatificação de seis pessoas, o presbítero Augustus Czartoryski; e quatro monjas: Laura Montoya, Maria Guadalupe García Zavala, Nemesia Valle, Eusebia Palomino Yenes; e a leiga, Alexandrina Maria da Costa, que hoje celebramos. 

Minha oração

“Grande devota de Eucaristia, soubeste se alimentar e viver apenas de Jesus, ajudai-nos a não perder a fé neste sacramento e amá-lo com todas as nossas forças assim como tu fizeste. Que a Eucaristia seja o sentido da nossa vida. Amém. ”

Beata Alexandrina Maria da Costa, rogai por nós!